Continuando sobre separação de sílabas

Vamos dar continuidade ao post sobre separação de sílabas em inglês! Vamos para a regra número 9:


9 – Quando duas vogais estão juntas numa palavra mas têm sua sonoridade (fonia) separada na pronúncia, a separação se dá entre as duas:


Ra – di – o
Di – et
I – de – a


10 – Quando uma vogal soa  de forma solitária numa palavra, ela forma uma sílaba sozinha:

Grad – u – ate
A – pron
U – ntil


11 – Uma palavra que tem prefixo é dividida entre o prefixo e a raiz:

Dis – count
Mis – fit
Un – tie

12 – Quando BE, DE, EX e RE estão no começo de uma palavra, formam uma sílaba por si:

Be – came
De – fend
Ex – hale
Re – main


13 – Uma palavra que tem sufixo tem sua divisão entre a raiz e o sufixo:


Kind – ness
Thank – ful
Stuff – ing


14 – Quando uma palavra termia em LE precedida por uma consoante, a palavra será dividida ANTES da consoante:

Pur – ple
Fum – ble
Mid – dle


15 – Quando ED vier ao final de uma palavra, ela formará uma sílaba apenas se estiver precedida por D ou T:

Start – ed
Fund – ed


16 – Quando uma palavra ou sílaba terminar em AL ou EL, essas letras geralmente formarão a última sílaba.

Lev – el
Us -u – al


17 – Quando TURE ou TION estiverem no final de uma palavra, já serão uma sílaba por si:

Lo – tion
Pos – ture


Ajudou?

Era isso! Stay tuned for more hints!

Evitando o “Efeito Joel Santana”

Todos nós vimos – e rimos – da famosa entrevista do técnico de futebol Joel Santana na Copa da África do Sul, quando, à época, treinador da equipe sul-africana, destilou seu inglês nada shakespeareano para os microfones da área mista. Não viu? Olha abaixo:

Pois, apesar do tom divertido dado ao acontecido, é algo para pensarmos.

A primeira pergunta que muita gente se fez é: por que pessoas como Joel têm dificuldade de ter uma pronúncia mais correta do inglês? E a resposta é simples: ele começou a aprender o idioma depois de adulto.

E isso é científico, rapaziada. Segundo o psicólogo e linguista da Universidade de Harvard Steve Pinkler, autor de livros de divulgação científica e que trabalhou durante 21 anos como professor no Departamento do Cérebro e Ciências Cognitivas do Massachusetts Institute of Technology, a maioria dos adultos nunca chega a dominar uma língua estrangeira, principalmente a fonologia, o que gera o sotaque.

Em um estudo de 2002, Pinker, a psicóloga Elissa Newport e outros colegas testaram estudantes e professores da Universidade de Illinois nativos da Coréia e da China que estavam vivendo nos Estados Unidos há, pelo menos, dez anos. Os que tinham migrado entre os 3 e 7 anos de idade, haviam alcançado o desempenho dos americanos nativos. A partir desse ponto, quanto mais velho, pior era a assimilação do inglês.

Uma explicação é o fato de que conexões neuronais não usadas começam a se perder. De maneira que faz o aprendizado de uma nova língua cada vez mais difícil para um cérebro maduro.

Veja a interessante analogia que Pinker faz:

[…]Imagine que o que os genes controlam não é uma fábrica mandando peças para o mundo, mas a oficina de uma companhia teatral de poucos recursos para a qual vários cenários, adereços e materiais retornam periodicamente a fim de serem desmanchados e remontados para a próxima produção. A qualquer hora, diferentes engenhocas podem ser produzidas na oficina, dependendo da necessidade do momento. A ilustração biológica mais óbvia é a metamorfose. […] Mesmo nos humanos, o reflexo de sucção desaparece, os dentes nascem duas vezes e uma coleção de característica sexuais secundárias emergem dentro de um cronograma maturacional. Agora, complete a mudança de ponto de vista. Pense na metamorfose e nas mudanças maturacionais não como exceção mas como regra. Os genes, moldados pela seleção natural, controlam corpos ao longo de toda a vida; seus propósitos perduram enquanto forem úteis, nem antes nem depois. A razão para termos braços aos sessenta anos não é o fato de eles estarem ali desde o nascimento, mas porque braços são tão úteis para um sexagenário quanto o são para um bebê.

Resumindo a coisa toda, a pergunta que devemos fazer não é “por que a capacidade de aprender desaparece?”, mas “quando a capacidade de aprender é necessária?”. O corpo entende que o momento para começar a aprender linguagem é na infância, não na fase adulta.

Mas isso significa que adultos não podem aprender inglês?

Não, isso significa que quanto mais tarde você COMEÇAR a aprender inglês, mas distante você ficará de uma proficiência. E quando falo proficiência, quero dizer ler, escrever, falar e compreender um idioma estrangeiro quase na mesma desenvoltura de um nativo.

É importante, porém, que saibamos que o fato de uma criança estar em contato com as idiossincrasias de um idioma estrangeiro desde bem criança já significa um aprendizado, mesmo que indireto. Quando eu tinha 5 anos de idade, ouvia Beatles sem parar. E cantava junto! Isso certamente ajudou a “moldar” a minha percepção desse idioma de uma forma que, quando iniciei meu curso de inglês de fato (aos 12 anos) a pronúncia foi a parte fácil a ser lidada.

Então a dica é colocar o seu filho para aprender (seja inglês, seja espanhol, seja qualquer outra língua) ao mesmo tempo em que ele é alfabetizado. Não há nenhum problema nisso!

Pensem nisso! É o futuro profissional dos seus filhos ;o)

Stay tuned for more hints