Não se diz Saudades em Inglês…quem disse que não???

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Não só se diz, como usamos três maneiras! Quer ver?

1- Saudades de casa

Quando sentimos saudades de casa, em português só falamos, bem….. saudades de casa.  Mas em inglês temos uma palavra pra isso: to be homesick. Essa expressão significa sentir saudades de casa. Homesickness seria o substantivo saudades de casa.

She’s sad today. She’s been homesick…………. Ela está triste hoje. Tem sentido saudades de casa.

2- Saudades de alguma coisa

Quando sentimos saudades de alguma coisa, que não da nossa casa, usamos to miss something:

I miss those days at the beach! …………………… Tenho saudades daqueles dias na praia!

3- Saudades de alguém

Basta trocarmos o something por someone:

I miss my wife when I’m far from home!.…………. Tenho saudades da minha mulher quando estou longe de casa.

 

Captaram? Então, da próxima vez que alguém falar que não existe “saudades” em inglês, ensine-o da maneira certa 😉

 

 

Um Pouco de Phrasal verbs

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Sim, um pouco mesmo, pois o universo dos phrasal verbs é vaaaaaaaaaaaaaasto…

Lembrando: phrasal verbs são verbos que recebem uma partícula preposicional ou adverbial e que, devido a isso, mudam totalmente o seu significado. O problema é que, enquanto alguns são simples da gente sacar o significado, outros não têm absolutamente nada a ver! Alguns phrasal verbs se tornam praticamente expressões.

Por exemplo, o verbo to be, que significa ser/estar, muda muito quando vira phrasal verb:

To be up to:

– It’s up to me to make sure all my students did their homework
– É de minha responsabilidade garantir que todos os meus alunos fizeram seus temas de casa.

– The decision is up to you!
– A decisão depende de você!

Alguns phrasal verbs permitem que o objeto fique entre o verbo e a partícula, como em to blow up:

– He wanted to blow up the building!
– He wanted to blow the building up!
– Ele queria explodir o prédio!  … em ambos os casos.

Alguns phrasal verbs são fáceis de sacar o significado, como com to throw away:

– He threw the paper away when she arrived.
– Ele jogou o papel fora quando ela chegou.

Já outros, são impossíveis de se entender sem estudá-los, como to make out:

– Wow, Alice and John made out during the break!
– Uau! A Alice e o John se beijaram durante o recreio!

Nós usamos phrasal verbs mais frequentemente do que pensamos. Por exemplo, o shut up (cale a boca), grow up (crescer) e o come on (vamos!)

Sabe qual o grande lance dos phrasal verbs? Eles são indicativos flagrantes que diferem o nativo do proficiente, pois o nativo sempre vai preferir usá-los antes de um verbo comum, e que muitas vezes é parecido com o jeito que falamos em português. Como no caso que citei acima (do make out), o proficiente não-nativo poderá usá-lo, mas sempre vai ter uma vozinha interior dizendo para escolher o (to kiss each other), pois é parecido com português.

Na real precisamos é praticar. Sem dedicação, a estrada para a proficiência vai ser bem complicada e cheia de buracos!

 

Ok? See you next time!

 

 

 

Saiba como usar o modal shall

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Aí você está feliz da vida porque conseguiu, finalmente, assimilar o uso de should, must, would, e até mesmo o nada complicado will, quando vem um texto e você acha o tal de shall!

O problema é que tem gente que acha que o shall “nem é assim tão usado”. Balela, é usado sim! E mais do que você pensa! Sabe como? Simples:

Shall é usado para sugerir, ou se oferecer para fazer alguma, coisa SEMPRE em primeira pessoa (I ou We):

Shall I open the window?………………… Quem sabe eu abro a janela?
Shall we go now?………………………….. Vamos agora?

Não se espante se a tradução não parece ser palavra por palavra. Trata-se de uma adaptação, uma interpretação. Pense comigo, você por acaso falaria naturalmente a frase: “Eu deveria abrir a janela?” ou “Deveríamos ir agora?” Claro que não. Uma tradução para ser bem feita, tem que se adequar ao estilo de comunicação no qual estamos acostumados.

 

Shall I finish this post now? 😉

 

 

Guia Completaço da Voz Passiva em Inglês ou Passive Voice

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Ói nóis aqui de novo com mais um guia completaço! E dessa vez sobre a voz passiva, ou passive voice!

Primeiro é importante entender a estrutura da voz ativa e como ela se transforma em passiva. E é curioso como ela se assemelha com a maneira que a estruturamos em português.

E, linhas gerais, na voz ativa, temos um sujeito praticando uma ação, ou seja, a informação principal é que alguém está fazendo alguma coisa.
Na voz passiva, essa coisa, ou objeto, se torna o sujeito, e o autor da ação se transforma no agente da passiva. Dessa forma, a informação principal é a ação desempenhada:

Voz ativa………..Mary makes the chocolate cake.

Voz passiva…….The chocolate cake is made by Mary.

Nem sempre o agente da passiva é usado. Isso acontece quando ele é óbvio ou desimportante no contexto.

Segue agora a lista que justifica o título “guia completaço”. 15 possibilidades de passive voice:

 

Simple present

Active voice: ………..John washes my car
Passive voice:……… My car is washed by John

Modal verb – Simple present

Active voice:………….Helen can make the candy
Passive Voice:………. The candy can be made by Helen

Present progressive

Active voice:…………They are studying English
Passive voice:………. English is being studied

Simple past

Active voice:…………The referee started the game
Passive voice:……….The game was started

Modal verb – Simple past

Active voice:………….They could paint that wall
Passive voice:………..That wall could be painted

Past progressive

Active voice:………… He was doing the homework
Passive voice:………. The homework was being done

Present perfect

Active voice:…………She has done the homework
Passive voice:……….The homework has been done

Modal verb – present perfect

Active voice:………..They could have done the homework
Passive voice:………The homework could have been done

Past perfect

Active voice:………..She had produced the paper
Passive voice:………The paper had been produced

Simple future

Active voice:…………They will reduce costs
Passive voice:……….The costs will be reduced

Future perfect

Active voice:…………She will have done the homework
Passive voice:……….The homework will have been done

Conditional

Active voice:…………. He would do the homework
Passive voice:……….. The homework would be done

Conditional perfect

Active voice:………….They would have done the homework
Passive voice:………..The homework would have been done

Infinitive

Active voice:………….They want to make the cake
Passive voice:………..They want the cake to be made

Present continuous

Active voice:…………. He is doing the homework
Passive voice:……….. The homework is being done

 

Agora, é só estudá-los e praticá-los!

See you soon! 

Conheça as Loterias, ou Lotteries nos EUA e no Reino Unido

 

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E hoje tem sorteio da mega sena com um prêmio de 50 milhões de pratas, como diria o Pica-Pau!

E você sabe quais as três principais loterias nos EUA e Europa? Saca só:

 

A Mega Millions 

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Antes o nome era The Big Game, quando iniciou em 1996, deppis mudando para The Big Game Mega Millions. Esse jogo é oferecido em 44 estados norte-americanos, no distrito de Columbia e nas Ilhas Virgens. O primeiro sorteio, ou drawing sob o nome de The Big Game Mega Millions se deu em 2002.
O prêmio – Jackpot – mínimo foi de 15 milhões de Dólares, que pode ser recebido em 30 parcelas anuais com um acréscimo de 5% ao ano ou em cash, que também pode ser uma opção. Como acontece no Brasil, o prêmio acumula caso não haja ganhador em cada rodada. Cada aposta custa um dólar, e o maior prêmio já pago pelo Mega Millions foi de absurdos 656 milhões de dólares, com a opção em cash de  474 milhões de dólares, no dia 30 de março de 2012 para três bilhetes vencedores e todos escolheram a opção em cash…óbvio.

 

Powerball

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A Powerball é oferecida em 47 unidades norte-americanas (incluindo o distrito de Columbia, Porto Rico e Ilhas Virgens). O prêmio mínimo oferecido é de 40 milhões de Dólares e o seu prêmio recorde foi de 590.500.000 Dólares sorteado em maio de 2013 para um único sortudo da Flórida. Assim como o Mega Millions, o ganhador pode escolher receber em parcelas anuais em 30 anos ou pegar em cash mesmo. O jogo é como uma loto, ou Mega Sena, onde sorteiam-se bolas e cada aposta custa 2 dólares.

 

Euromillions

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Como o próprio nome entrega, esta é a loteria que os países da Europa, o que inclui UK, apostam. Lançada em 2004 em conjunto pelas lotéricas Française des Jeux, da França, Loterías y Apuestas del Estado, da Espanha e a Camelot do Reino Unido, a Euromillions teve seu primeiro sorteio na sexta-feira 13 de fevereiro de 2004 em Paris. Mais tarde, em outubro, a Áustria, Bélgica, Irlanda, Luxemburgo, Portugal e Suíça passaram a fazer parte dos países participantes dessa loteria.
Com apostas mínimas de 2 Euros e 2 Libras, o maior prêmio pago foi de 190.000.000 de Euros ou 149.758.000 Libras, para um bilhete de Portugal em outubro de 2014.

Bem, agora voltemos à nossa realidade, arregaçar as mangas e trabalhar. Mas, não se esqueça de fazer a sua fezinha, hein?

GOOD LUCK!

 

ps: e se ganhar, né…um milhãozinho aqui pro teacher, rola?

Entenda os Comparativos e os Superativos em Inglês

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Eis uma questão que confunde um pouco a galera que está estudando inglês. Isso por causa daquela mania de querer falar inglês com a estrutura do português. Até se entende, pois em se tratando dos comparativos, a estrutura lembra a empregada no português quando usamos adjetivos grandes, ou seja, com mais de duas sílabas.

Como assim?

Peguemos como exemplo o adjetivo big (grande). Ele é monossílabo, desta forma, ao ser colocado numa frase comparativa, ele ganha o sufixo ER. O g é dobrado porque quando a última letra é uma consoante precedida de vogal, ela dobra. Após isso, acrescentamos a palavra than (do que):

New York is bigger than Dallas………………………… New York é maior que Dallas.

Certo? Agora, quando usando um adjetivo maior, ou seja, com mais de duas sílabas, não acrescentamos o sufixo ER, mas o advérbio MORE (mais) e mantemos o than e aí fica parecido com a estrutura no português. Peguemos o adjetivo intelligent:

Peter is more intelligent than John………………………… Peter é mais inteligente que John.

São essas as duas maneiras de montarmos uma frase comparativa em inglês.
Mas e os superlativos?

Eles seguem a mesma ideia, porém, usamos o sufixo EST e, ao invés de acrescentarmos o than, colocamos o the antes do adjetivo:

New York is the biggest city in the northeast of the USA…………….New York é a maior cidade do nordeste dos EUA.

Lembrando, né? Superlativo não é usado para comparar, então não colocamos dois substantivos, apenas aquele que é o maior, o melhor o mais bambambam da coisa toda.

E quando se trata de um adjetivo com mais de duas silabas, ao invés de acrescentarmos o sufixo EST, colocamos o advérbio MOST diante dele, precedido pelo THE:

Peter is the most intelligent student in this class…………………… Peter é o aluno mais inteligente nesta aula.

 

Ah, lamento informar, mas tem adjetivo irregular…sorry:

Os adjetivos good, bad e far (bom, ruim e longe)

Quando no comparativo, eles ficam: better , worse e farther/further

E no superlativo, ficam: best, worst e farthest/furthest

 

Ok? I hope you get BETTER at this!

See you next time!

 

Guia Completaço Sobre Advérbios em Inglês

adverbios Alô você! Resolvi fazer um post super completo sobre advérbios, como se formam, sua ortografia e uso. Evidentemente que se trata de um post longo, mas tentei deixá-lo bem enxuto e informativo. Vamos ver os advérbios de modo, de lugar, tempo, frequência e de grau ou intensidade. Mas, em primeiro lugar, o que é um advérbio? Advérbios são palavras que usamos para modificar um verbo, um adjetivo, um outro advérbio e uma ação completa. Vamos esmiuçá-los impiedosamente em 3, 2, 1…

 

Advérbios de Modo

Sempre que você quiser pensar em um advérbio de modo, lembre-se que ele vai responder a perguntas que iniciam com how? (como?). Eles vêm geralmente depois do objeto direto e depois do verbo. Por exemplo:

My teacher speaks English correctly………………………… Meu professor fala inglês corretamente.
My father plays soccer well…………………………………….. Meu pai joga futebol bem.
The rocket took off rapidly/fast/quickly…………………..O foguete decolou rapidamente.

Perceberam que a maioria dos advérbios de modo recebem o sufixo LY ao adjetivo original?

Quick………..quickLY……………………rapidamente
Beautiful…….beautifulLY (aqui, o adjetivo original, como já tinha a letra L, fica com a letra dobrada)……….lindamente
Poor………….poorly………………………mal (você não acha que existe pobremente, né?)

Os adjetivos que terminam em IC formam o advérbio com ICALLY:

Romantic…………romantically………………….romanticamente
Fantastic………….fantastically………………….fantasticamente

 

Advérbios de Lugar

Estes advérbios aparecem apenas depois do verbo, ou depois do objeto direto (ou indireto), caso houver:

The dogs are in the garden……………….. os cães estão no jardim.
I think I saw your mother there…………… Acho que vi a sua mãe lá.

Quando usados juntos de verbos que indicam movimento, as expressões de lugar surgem depois do verbo:

She went to the beach last weekend…………………………… Ela foi à praia na semana passada.
My cousin comes here for a barbecue every weekend…………. Meu primo vem aqui comer churrasco todos os finais de semana

No caso de here e there iniciarem uma frase onde elas trabalham como uma ênfase, a estrutura se dá na seguinte ordem: advérbio + verbo + sujeito. Mas se o sujeito da frase for um pronome pessoal, a ordem ficará: advérbio + sujeito + verbo:

Here comes the sun (advérbio + verbo + sujeito)…………………… lá vem o sol
Here she comes (advérbio + sujeito + verbo) ………………………… la vem ela

 

Advérbios de Tempo

O advérbio de tempo aparece no início ou no fim da oração:

Emily likes going jogging on weekends……………………… Emily gosta de fazer jogging nos finais de semana
On Sundays I usually have barbecue with my friends……….. Aos domingos eu geralmente faço churrasco com meus amigos

Soon (logo), then (então) e now (agora) são postados depois do verbo auxiliar e antes do verbo principal:

The doctor soon called the family……………… O médico logo chamou a família
She is now feeling much better…………………. Ela está se sentindo bem melhor agora

 

Advérbios de Frequência

Esses advérbios aparecem, geralmente, antes do verbo principal e depois dos auxiliares e modais:

My girlfriend is never late for dinner…………………… Minha namorada nunca está atrasada pro jantar
I usually go to the mall after 7pm………………………….. Eu normalmente vou pro shopping depois das sete da noite.

Once a month (uma vez por mês), twice a month (duas vezes por mês) e assim por diante… aparecem geralmente no final da frase:

I go to the gym once a week………………………….. Vou pra academia uma vez por semana

 

Advérbios de Grau ou Intensidade

Geralmente os advérbios de grau são colocados diante do adjetivo, do verbo ou do advérbio que estão modificando:

My wife is a very creative woman………………………. Minha esposa é uma mulher muito criativa
This situation is too bad!………………………………… Esta situação é ruim demais!
This car is rather expensive……………………………… Este carro é um tanto caro.
Last month I nearly lost my job! ……………………….. Mês passado eu quase perdi o emprego.
This cake is quite good!…………………………………… Este bolo é bastante bom!
That party was really nice!……………………………….. Aquela festa estava realmente boa!

 

Tá bom, ou querem mais? Agora é só estudar! See you soon!

Guia Definitivo da Perfeita Composição em Inglês

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Vocês pediram, vocês levaram! Apertem os cintos! Eis aqui o guia fundamental pra você desenvolver uma composição em inglês de excelência!

Primeira coisa que você precisa saber é que, quando você escrever um essay – ou redação oficial – em inglês, você vai seguir o padrão MLA (Modern Language Association), que é o ABNT deles. É a estrutura-guia de todos os essays acadêmicos. Procure seguir essas diretrizes, o que vai servir para você escrever uma redação em inglês estruturada na maneira correta.

As normas são as seguintes:

Fontes – a sua redação, ou essay, deverá ser escrita na fonte Times New Romas 12.

Espaço duplo – Toda as sua redação deverá observar espaço duplo entre as linhas. E não devera haver um espaço maior entre parágrafos.

Cabeçalho – No canto superior esquerdo da sua redação, você deverá escrever o seu noime, o nome do instrutor, ou professor, sua sala de aula e a data como no exemplo:

Seu Nome

Mr. Emerim

Eng 2001-06

10 November 2015

Margens – De acordo com a MLA, a sua redação em inglês deve ter uma margem de uma polegada (2,54cm) em cima, embaixo, esquerda e direita.

Número nas páginas – O seu sobrenome e o número da página devem aparecer no canto superior direito de cada página da sua redação, incluindo a primeira.

Título – Sua redação deve conter um título. Este título deve estar centralizado e aparecer abaixo da linha do cabeçalho na primeira página e acima da primeira linha da sua redação. O título deverá ser na mesma fonte da redação inteira, sem aspas, sem sublinhamento, nem itálico e não pode estar em negrito.

Espaço da primeira linha de cada parágrafo – A primeira linha de cada parágrafo deve ser “indentada”, ou seja, ter um espaço maior entra a margem e o seu início. De acordo com MLS, este espaço deverá ser conseguido pressionado TAB uma vez.

Alinhando à esquerda- O texto da sua redação em inglês deverá estar alinhada a partir da margem esquerda. No seu editor de texto, escolha “alinhar à esquerda”. Não escolha “justificar”.

 

IMPORTANTE:

1- Existe um tamanho mínimo exigido para cada redação. Se você falhar em cumprir com esse tamanho mínimo, sua nota vai cair. Cada composição deverá ter, pelo menos, cinco parágrafos, incluindo a introdução e a conclusão.

2- cada redação deverá incluir uma afirmação de tese Thesis Statement de uma frase na introdução que (a) identifica o tópico, (b) identifica as ideias principais apresentadas no teu texto, (c) esclarece como as ideias estão logicamente relacionadas e (d) transmite o ponto principal da sua redação.

3- Cada parágrafo deverá incluir uma frase-tópico clara, preferivelmente como sendo a primeira, que identifica o ponto principal a ser desenvolvido e defendido no seu parágrafo.

4- Cada parágrafo deve ter o tamanho de meia página (espaçamentos duplos). Geralmente as introduções e conclusões são os parágrafos menores.

5- Evite pronomes em primeira pessoa (I, me, etc), pois a escrita tem que ser formal. Evite também o uso de contrações (can’t, won’t, etc), gírias e expressões informais.

 

E, finalmente, reproduzo abaixo um exemplo de um essay, ou redação, seguindo as regras acima:

 

John J. Hinklemeyer
Professor Jones
ENG 1001-09
13 November 2009

The Failure of Abstinence-Only Programs

Sex education is important, but many students finish sex education classes with a distorted view of sexuality and without a good understanding of contraception and safe-sex practices. Instead, children only learn that they should not have sex until they are married. Abstinence-only programs in public schools have become popular because of a law giving millions of dollars to schools that teach the programs. These programs have the good intention of persuading young people to wait until marriage before having sex, but abstinence-only programs are not achieving this goal and are flawed by the distorted and biased perspective that they promote.

In 1996, the United States government passed a law giving funding to states that offered abstinence-only programs in public schools. Since this time, over half of a billion dollars has been given to states to promote abstinence-only programs (Brody). To receive the money, schools must agree to follow a set of rules. The rules indicate that a school’s abstinence-only program must have “as its exclusive purpose teaching the social, psychological, and health gains to be realized by abstaining from sexual activity” (“Impacts”). Students must be taught that they are likely to suffer harmful effects if they have sex before marriage. They also must be taught that the “expected standard” is for school-age children not to engage in sexual activity and for adults to engage in sexual relations only within marriage (“Impacts”). Schools receiving the funds must teach students that they should “just say no” to sex until they are married. The schools are not allowed to teach students about safe sex and “may not mention contraception except to point out the failure rates of various methods” (Brody). Some states have refused the federal funds so that their schools can determine their own ways to teach sex education, but 43 states participate in the program. With millions of dollars from the government every year, many schools now promote abstinence. They offer abstinence-only programs with encouraging titles such as “ReCapturing the Vision,” “Teens in Control,” and “My Choice, My Future!” (“Impacts”). They encourage students to sign virginity pledges vowing not to have sex until marriage, to proudly wear their “purity rings,” and to carry their ATM (“abstinence till marriage”) cards (Kelly). These programs encourage students to develop a strong sense of self and to avoid the negative consequences that might result from sexual activity, but there is a problem: abstinence-only programs do not work.

Studies show that abstinence-only programs do not reduce sexual activity by young people. In 2007, the United States Department of Health and Human Services released a study of abstinence programs. This government-funded study involved more than 2000 students. The authors discovered that “findings from this study provide no evidence that abstinence programs implemented in upper elementary and middle schools are effective in reducing the rate of teen sexual activity” (“Impacts”). The authors concluded that “findings indicate that youth in the [abstinence-only] programs were no more likely” than students not in the programs “to have abstained from sex” (“Impacts”). In addition, “among those who reported having had sex, they had similar numbers of sexual partners and had initiated sex at the same mean age” (“Impacts”). Apparently, students did not benefit from all of the effort and the millions of dollars that have gone into these programs. Another study by Peter Bearman of Columbia University shows that “88 percent of middle and high schoolers who pledge to stay virgins until marriage end up having premarital sex anyway” (Kelly). He adds that “the bad news is that they are less likely to use contraception the first time they have intercourse” (Kelly). Dr. S. Paige Hertweck, a doctor who contributed to an American Academy of Pediatrics report on teen sexual activity, states that “teaching abstinence but not birth control makes it more likely that once teenagers initiate sexual activity they will have unsafe sex and contract sexually transmitted diseases” (“Doctors Slam Abstinence”). In abstinence-only programs, students are taught to “just say no” to sex. They are not taught the information that they need to know about safe sex and contraception if they later choose to say “yes,” as many of them are doing.

Abstinence-only programs also promote a distorted and biased view of sexuality. To receive funding, schools must follow the rules in the law for teaching abstinence-only programs. One of the rules is that students must be taught that the “expected standard of sexual activity” is a “monogamous relationship in the context of marriage” (“Impacts”). An estimated 88 to 99 percent of Americans have sex outside of marriage (“Many Who Pledge”), yet students must be taught that having sex only within marriage is “the expected standard.” The rules also require that students be taught that having sex outside of marriage “is likely to have harmful psychological and physical effects” (“Impacts”). Approximately nine out of ten Americans have sexual relations outside of marriage. Do most of them suffer “harmful psychological and physical effects,” as the government has determined that students must be taught? The law presents a distorted view of sexuality, along with a biased view. In 2006, the government updated the funding guidelines to state that, in abstinence-only programs, “the term ‘marriage’ must be defined as ‘only a legal union between one man and one woman as husband and wife'” (Waxman 4). Promoting the government’s definition of marriage should not be a requirement for schools to receive funding for sex education programs. Senator Henry A. Waxman rightfully argues that “the benefits of abstinence from teenage sex should be taught in a way that does not further alienate gay and lesbian youth” (4). All students should benefit from sex education programs. Student Hunter Kincaid suggests how abstinence-only programs discriminate against gays and lesbians: “‘As a gay student, I thought [the abstinence-only class] was ridiculous,’ he says. ‘Abstinence until marriage for people who can’t even get married'” (Kelly). A sex-education program should help all students make good decisions about sexual activity. It should not promote an unrealistic standard of behavior, should not promote a particular definition of marriage, and should not discriminate against some students.

Sexual activity by young people is an important concern. In an ideal world, maybe everyone would wait until marriage before having sex and would then remain in a single, monogamous relationship. But this is not the reality. It might be a good goal to try to convince young people to wait until marriage before having sex, but taking this approach alone to sex education is not working. After ten years and a half of a billion dollars in federal funding, abstinence-only programs have not had a positive impact on the sexual behavior of teenagers. The programs may even cause harm because of the distorted and biased views that they promote and because of the information about safe sex and contraception that they do not teach. It is time to put an end to abstinence-only programs and to give students more comprehensive sex-education programs that better prepare them for the future.

 

 

Works Cited

Brody, Jane E. “Abstinence-Only: Does it Work?” New York Times. New York Times, 1 June 2004. Web. 19 July 2009.

“Doctors Slam Abstinence-Only Sex Ed: Teens Need Access to Birth Control, Pediatrician Group Says.” MSNBC. MSNBC, 5 July 2005. Web. 11 July 2009.

“Impacts of Four Title V, Section 510 Abstinence Education Programs: Executive Summary.” Assistant Secretary for Planning and Evaluation, U.S. Department of Health and Human Services. U.S. Department of Health and Human Services, 13 April 2007. Web. 4 Aug. 2009.

Kelly, Katy. “Just Don’t Do It!; Are We Teaching our Kids Way Too Much about Sex? Or Not Nearly Enough?” U.S. News & World Report 17 Oct. 2005: 44+. ProQuest. Web. 22 July 2009.

“Many Who Pledge Abstinence at Risk for STDs. Study: Teens Who Remain Virgins More Likely to Take Other Chances.” MSNBC. MSNBC, 15 Mar. 2005. Web. 10 July 2009.

Waxman, Senator Henry A. “New Federally Funded Abstinence Program Guidelines Based on Ideology, Not Science.” Committee on Oversight and Government Reform. Committee on Oversight and Government Reform, 111th Congress, 16 Feb. 2006. Web. 23 July 2009.

 

É isso, meu povo! Tentei resumir, mas nem tanto. Às vezes um pouco mais de leitura sobre um tópico importante é um tempo bem empregado, não acham?

 

See you next time!