6 maneiras de usar o “like”

like

 

Em um primeiro momento, o aluno de inglês iniciante se depara com o verbo ‘to like‘ – gostar – e segue sua vida, alegre e entusiasmado, até ver que, além de verbo, ele também pode ser uma preposição, um substantivo, uma conjunção, um advérbio, um adjetivo e até um sufixo!

Aí vem a taquicardia, o choro, o desespero e a impressão que jamais será possível aprender inglês na vida.

Mas calma, relaxa, respire fundo e veja como a coisa não é tão cabeluda assim. Vou separar os usos com exemplos. Veja como tudo pode ficar mais claro:

 

 

1- Like como uma preposição

Aqui o “like” é usado para fazer comparações e conferir determinadas propriedades a objetos:

– That shirt is like this one…………..Aquela camisa é parecida com esta.
– It’s like a dream!…………………..É como um sonho.
– His hair is black like mine…………..O cabelo dele é preto como o meu.
– He eats like a bull………………….Ele come feito touro.
– Like my father, I don’t drink milk…….Assim como meu pai, eu não bebo leite.

 

2 – Like como um substantivo

 we won’t ​see his like again………….Não veremos alguém como ele novamente.

 

3 – Like significando “tipo” na gíria e como um advérbio

– The party was like, really cool!……………..A festa estava tipo, muito legal!
– Like I said…………………………………………Como eu disse (mesmo uso do AS)
– She looked at me like I was a stranger……….Ela me olhou como se eu fosse um estranho

 

4 – Like como um adjetivo formal

– This shirt is of like size…………….Esta camisa é do mesmo tamanho.
– He is likely to do it…………………Ele é suscetível a fazer isso.

 

5 – Like como sufixo

– Childlike…………….infantil, pueril
– Ladylike……………..feminino

 

6 – E, claro, como verbo

 I like sleeping after lunch……………Eu gosto de dormir depois do almoço.

E quem não gosta?

 

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7 maneiras de se pedir desculpas em inglês

sorry

 

Ninguém e perfeito e erros cometemos diariamente. O bonito mesmo é reconhecê-los e, ora ora, pedir desculpas!

Por isso listo aqui para você 7 maneiras de pedir desculpas em inglês! Olha só:

 

1 – I’m sorry about that

É o famoso “sorry” com nome e sobrenome. A tradução é Desculpe-me por isso. Simples e objetivo

 

2 – I’m sorry that I broke your very expensive Chinese vase.

Aqui é um exemplo onde detalhamos a razão do nosso pedido de desculpas. Nesse caso, o coitado se desculpa por ter quebrado o caríssimo vaso chinês de alguém.
3 – I’m sorry

Ok, não podemos deixar o simples e direto “desculpa!”. Lembre-se de fazer cara de desespero (dependendo do caso)

 

4 – Sorry

Tá, teacher, mas não é igual ao de cima? Mais ou menos. Isa-se o “sorry”, sem o “I’m” quando você faz alguma coisinha pequena, não muito grave. Como pisar no pé de alguém.

 

5 – Whoops!

Eis a versão informal de “sorry”. Pra ilustrar bem a coisa, o do exemplo número 4 é pra quando você pisar no pé do seu chefe. Este aqui é pra quando você pisar no pé do amigo na fila do bandejão.

 

6 – I’m really sorry about crashing your Ferrari.

Estou realmente sentido por bater a sua Ferrari. Não que isso vá ajudar muito, mas é bonito mostrar tamanha preocupação e empatia…

 

7 – I’d like to apologise for the way I yelled at you earlier.

Gostaria de me desculpar por ter gritado com você mais cedo. É extremamente formal, mas tão formal que é capaz da pessoa ficar mais irritada com o pedido de desculpas do que com o fato original em si.

 

Pronto, agora você está pronto para fazer a mancada que quiser na sua vida!

 

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Gosta de dar ordens? Então use os imperativos!

impera

 

Quem não gosta de dar ordens? Tem gente que não faz outra coisa, e a maneira de fazer isso é utilizando os verbos no imperativo. E é muito simples porque você não precisa modificar absolutamente nada. Apenas insira o verbo, sem alteração nenhuma, no inicio de uma frase quando você quiser dar uma ordem ou comando:

READ this text!………………………….Leia este texto!
DRIVE to the beach!…………………..Dirija para a praia!
BRING me my beer! …………………..Traga minha cerveja!  (rápido, por favor que hoje é sexta!)

E quando a ordem ou o comando for na negação? Apenas coloque o DON’T antes do verbo:

DON’T read this text!…………………Não leia este texto!
DON’T drive to the beach!…………..Não dirija para a praia!
DON’T bring me my beer!……………Não traga a minha cerveja! (brincadeira, viu? É só a título de exemplo)

 

Quer saber onde você encontra bastante imperatives? Em enunciados  ou títulos de exercícios, como no seu livro de inglês: Listen to this conversation, repeat, Fill the gaps to complete the paragraph, etc.

Gostou? Então aí vai mais um imperative:

Stay tuned for our next tips.

See you next time!

Vocabulário de inverno em inglês? É pra já!

frio

da esquerda para a direita: Fábio

 

Tudo bem, ainda é outono, mas chegou o frio! E com ele, vem muitas coisas boas para gente enriquecer o vocabulário em inglês! Saca só:

 

Vamos ver algumas roupas, ou clothes?

 

Pantufa…………Slippers

Cachecol……….Scarf

Luva…………….Glove

Touca…………..Hood

Polaina………..Legging / Spat

Edredom………Duvet

Blusão de lã….Sweater

Jaqueta……….Jacket

Bota…………..Boot

Bota de chuva / galocha…………….Wellies

 

 

Alimentos (eeeeeee!!!!!)

 

Sopa…………….Soup

Chá……………..Tea

Chocolate quente………..Hot Chocolate

Café com leite……………Latte

Fondue……………………Fondue (porém, se lê “fón-dú”)

 

 

Clima / fenômenos climáticos
Neve………………….Snow

Vento…………………Wind

Garoa………………..Drizzle

Geada………………..Frost

Frio………………….Cold

 

Agora coloque um casaco e keep studying!

Entrevista com Suzana Herculano-Houzel

Suzana

 

Amigos, tempos atrás tive a honra de conversar com Suzana Herculano-Houzel, neurocientista desde 1999, quando começou a fazer divulgação científica e, de acordo com sua descrição em seu blog A Neurocientista de Plantão “criou o hábito de pensar no lado ‘cerebral’ de tudo o que acontece ao seu redor”. Em 2006, começou a escrever uma coluna para o caderno Equilíbrio do jornal Folha de São Paulo, teve um quadro no Fantástico, escreveu cinco livros e lançou recentemente – em inglês: The Human Advantage.

Naquela época a Suzana tinha sido notícia porque resolvera jogar a toalha, deixar o Brasil e fazer ciência onde há apoio verdadeiro. Mas ainda tenho esperança que a coisa reverta lá adiante e ela volte, e o Brasil deixe de perder seus talentos para o exterior.

Mas o foco do blog é o inglês, e a Suzana o tem fluente – como podem ver na sua palestra no TED em 2013 What’s So Special About The Human Brain? – e então batemos um papo sobre como ela começou a estudar inglês e a importância desse idioma para quem aspira seguir a carreira científica.

 

Quando foi que você começou a estudar inglês?

Quando eu era criança, ainda, em casa, com a minha mãe. Depois estudei num curso que privilegiava a conversação. Tentei um outro, que não tinha essa característica, algumas vezes quando minha turma do primeiro fechava, mas eu sempre voltava para ele: no que não privilegiava a conversação, claro, ninguém sabia falar. Ao mesmo tempo, lia avidamente em inglês – Agatha Christie era minha leitura favorita, então meu vocabulário incluía daggers, poisons…


Legal, sua mãe era professora de inglês ou dominava o o idioma e te ajudava?

Não, ela só conhecia o suficiente para nos ensinar o básico, e a gente queria aprender. Acho que na época o curso não aceitava crianças, ou não tinha turma especial. Tinha turmas de adolescentes, mas elas iam fechando, então nessa eu me formei depois de estudar em várias turmas de adultos.


Depois de concluir o curso aos 14 anos, você chegou a 
fazer algum intercâmbio?

Não, nunca, e na época não tinha tv a cabo. Eu via filmes alugados. Quando eu cheguei nos EUA pela primeira vez, liguei a tv e vi seriados (sem legenda, claro – lembro do Cheers) fiquei besta olhando praquilo e pensando “eu sei que conheço todas as palavras, mas não estou entendendo nada!”

Na tua palestra no TED, o teu inglês é muito bom. Não é regra, mas imaginei que tivesses morado fora.

Eu morei fora, mas só depois, pra pós-graduação, não foi intercâmbio. A exposição a “inglês de verdade” foi fundamental.


E morou por quanto tempo?

Morei 3 anos nos EUA (em Cleveland, onde NINGUÉM falava português, o que foi fundamental), depois 4 na Alemanha, onde quase todos no Instituto falavam comigo em inglês.


Isso foi uma imersão e tanto!

Foi sim. O melhor elogio que meu inglês recebeu foi no começo das aulas da pós-graduação, quando um americano veio me dizer “eu não consigo situar o seu sotaque – de qual ESTADO você é?”  risos


Esse é um sinal de proficiência!

A proficiência, mesmo com sotaque, é fundamental. Eu não tenho a menor dificuldade em dizer o que quero. Isso é crítico para qualquer profissão, mas fundamental para cientistas. A gente tem que ser capaz de dizer e-xa-ta-men-te o que quer, com as nuances corretas


Vamos falar na tua área – ciência e pesquisa. Qual a 
importância de dominar o inglês no que vc faz? Vc acha que isso faz muita diferença? A Suzana sem inglês seria a Suzana de hoje?

Essencial e obrigatório. Alunos de iniciação científica precisam dominar ao menos a leitura do inglês para entrar no laboratório, e de preferência saber falar, porque temos cada vez mais estrangeiros no laboratório. Mas, mesmo antes disso, sem saber falar e escrever inglês
não dá para ser cientista. A base é a comunicação, a troca de descobertas e conhecimentos. A língua universal, no momento, é o inglês. Já foi o latim, já foi o alemão, mas agora é o inglês. Eu não teria estudado fora se não dominasse esse idioma, não publicaria bons artigos em inglês se não dominasse a língua eu mesma. E certamente eu não seria convidada para dar palestras no estrangeiro (muito menos no TED) se não tivesse esse domínio. Poder conversar socialmente com outros pesquisadores também é fundamental. Por isso não basta o conhecimento operacional suficiente só para decorar uma palestra e apresentá-la, é preciso conseguir conversar normalmente com outros cientistas após palestras e na mesa de um bar.

Sim, a questão da socialização e do networking. Sabe-se que há falta de profissionais com o domínio no inglês no mundo dos negócios aqui no Brasil. Na tua área ainda se vê essa carência?

Sim. Inglês instrumental é pré-requisito para fazer doutorado, mas são poucos os pesquisadores com inglês realmente fluente. Em geral, são os que estudaram fora.


A que você acha que se deve essa falta de consciência, da parte do brasileiro, para arregaçar as mangas e estudar inglês?

Acho que muitos estudam o suficiente para ter noções básicas, ou para conversar com turistas. Ganhar proficiência de verdade  exige exposição, necessidade real de usar a língua. Eu mesma conheço a diferença entre as línguas que falo. Inglês e francês são absolutamente fluentes porque eu falei diariamente por vários anos. Alemão é funcional, e eu entendo bastante bem, porque não precisei tanto assim. Embora morasse na Alemanha, as pessoas com quem eu conversava falavam inglês. E meu espanhol… digamos que melhora a cada viagem em que eu preciso dele!


Você tem filhos? Se sim, já os colocou num curso de inglês desde cedo?

Sim, os dois estudam no mesmo curso que eu me formei desde a idade em que ele aceita crianças. Os dois são agora perfeitamente fluentes, porque o padrasto é americano e eles falam inglês em casa.


Puxa, que ótimo pra eles ter essa imersão em inglês em casa!

É, um deles pulou do Kids pro book 8 porque estava ficando entediado na sala, fez a entrevista e o professor aprovou


E sobre os teus projetos atuais, algum livro novo no horizonte?

Sim, acabei de entregar um livro novo pra MIT Press. Em inglês! Vai se chamar The Human Advantage e é sobre meu próprio trabalho. O original é em inglês mesmo.

E não vai sair versão em português?

Vai, um dia – os direitos em português são meus, mas ainda não tenho editora para ele.

Que dica tu darias pros estudantes da tua área quanto à importância do inglês?

Minha dica é procurarem se expor: lerem livros, verem filmes com legenda em inglês, viajarem com grupos de estrangeiros (NADA de brasileiros no grupo!). Inglês é inegavelmente a linguagem universal de hoje, e para viver bem inserido em um mundo globalizado, há que se dominar o inglês. E quanto melhor a gente fala, melhor é aceito como cidadão do mundo, sem fronteiras mesmo.

O que significa “pod”?

airpods

 

Afinal, que diabo significa esse tal de “pod” que a Apple tanto fala, desde os iPods até os recentes Earpods?
Aqui está a resposta.

Dá-se o nome de pod a todo pequeno invólucro que carrega alguma coisa. Por exemplo, se você tiver uma daquelas cafeteiras de expresso, é preciso comprar as cápsulas. Pois essas cápsulas em inglês também podem ser chamadas de pod. Originalmente o pod está na natureza e pode ser chamado de vagem ou qualquer estrutura assemelhada que guarda dentro de si sementes.

Aí fica mais fácil da gente compreender a ideia por detrás do nome iPod. A letra “i” que vem diante do iPod e quem está presente nos produtos da Apple desde o iMac até o iPhone, é designada como “consumidor”. E o pod, um pequeno dispositivo que carrega alguma coisa, no caso do iPod música e no caso do iPhone o celular e mais um monte de outras funcionalidades.

Então, numa livre tradução, iPod seria cápsula do consumidor… é melhor deixar iPod mesmo.
Era isso! Espero ter elucidado essa importantíssima dúvida!

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Guia da Perfeita Composição em Inglês

essay

Eis aqui o guia fundamental pra você desenvolver uma composição em inglês de excelência!

Primeira coisa que você precisa saber é que, quando você escrever um essay – ou redação oficial – em inglês, você vai seguir o padrão MLA (Modern Language Association), que é o ABNT deles. É a estrutura-guia de todos os essays acadêmicos. Procure seguir essas diretrizes, o que vai servir para você escrever uma redação em inglês estruturada na maneira correta.

As normas são as seguintes:

Fontes – a sua redação, ou essay, deverá ser escrita na fonte Times New Romas 12.

Espaço duplo – Toda as sua redação deverá observar espaço duplo entre as linhas. E não devera haver um espaço maior entre parágrafos.

Cabeçalho – No canto superior esquerdo da sua redação, você deverá escrever o seu noime, o nome do instrutor, ou professor, sua sala de aula e a data como no exemplo:

Seu Nome

Mr. Emerim

Eng 2001-06

10 November 2015

Margens – De acordo com a MLA, a sua redação em inglês deve ter uma margem de uma polegada (2,54cm) em cima, embaixo, esquerda e direita.

Número nas páginas – O seu sobrenome e o número da página devem aparecer no canto superior direito de cada página da sua redação, incluindo a primeira.

Título – Sua redação deve conter um título. Este título deve estar centralizado e aparecer abaixo da linha do cabeçalho na primeira página e acima da primeira linha da sua redação. O título deverá ser na mesma fonte da redação inteira, sem aspas, sem sublinhamento, nem itálico e não pode estar em negrito.

Espaço da primeira linha de cada parágrafo – A primeira linha de cada parágrafo deve ser “indentada”, ou seja, ter um espaço maior entra a margem e o seu início. De acordo com MLS, este espaço deverá ser conseguido pressionado TAB uma vez.

Alinhando à esquerda- O texto da sua redação em inglês deverá estar alinhada a partir da margem esquerda. No seu editor de texto, escolha “alinhar à esquerda”. Não escolha “justificar”.

IMPORTANTE:

1- Existe um tamanho mínimo exigido para cada redação. Se você falhar em cumprir com esse tamanho mínimo, sua nota vai cair. Cada composição deverá ter, pelo menos, cinco parágrafos, incluindo a introdução e a conclusão.

2- cada redação deverá incluir uma afirmação de tese Thesis Statement de uma frase na introdução que (a) identifica o tópico, (b) identifica as ideias principais apresentadas no teu texto, (c) esclarece como as ideias estão logicamente relacionadas e (d) transmite o ponto principal da sua redação.

3- Cada parágrafo deverá incluir uma frase-tópico clara, preferivelmente como sendo a primeira, que identifica o ponto principal a ser desenvolvido e defendido no seu parágrafo.

4- Cada parágrafo deve ter o tamanho de meia página (espaçamentos duplos). Geralmente as introduções e conclusões são os parágrafos menores.

5- Evite pronomes em primeira pessoa (I, me, etc), pois a escrita tem que ser formal. Evite também o uso de contrações (can’t, won’t, etc), gírias e expressões informais.

E, finalmente, reproduzo abaixo um exemplo de um essay, ou redação, seguindo as regras acima:

John J. Hinklemeyer
Professor Jones
ENG 1001-09
13 November 2009

The Failure of Abstinence-Only Programs

Sex education is important, but many students finish sex education classes with a distorted view of sexuality and without a good understanding of contraception and safe-sex practices. Instead, children only learn that they should not have sex until they are married. Abstinence-only programs in public schools have become popular because of a law giving millions of dollars to schools that teach the programs. These programs have the good intention of persuading young people to wait until marriage before having sex, but abstinence-only programs are not achieving this goal and are flawed by the distorted and biased perspective that they promote.

In 1996, the United States government passed a law giving funding to states that offered abstinence-only programs in public schools. Since this time, over half of a billion dollars has been given to states to promote abstinence-only programs (Brody). To receive the money, schools must agree to follow a set of rules. The rules indicate that a school’s abstinence-only program must have “as its exclusive purpose teaching the social, psychological, and health gains to be realized by abstaining from sexual activity” (“Impacts”). Students must be taught that they are likely to suffer harmful effects if they have sex before marriage. They also must be taught that the “expected standard” is for school-age children not to engage in sexual activity and for adults to engage in sexual relations only within marriage (“Impacts”). Schools receiving the funds must teach students that they should “just say no” to sex until they are married. The schools are not allowed to teach students about safe sex and “may not mention contraception except to point out the failure rates of various methods” (Brody). Some states have refused the federal funds so that their schools can determine their own ways to teach sex education, but 43 states participate in the program. With millions of dollars from the government every year, many schools now promote abstinence. They offer abstinence-only programs with encouraging titles such as “ReCapturing the Vision,” “Teens in Control,” and “My Choice, My Future!” (“Impacts”). They encourage students to sign virginity pledges vowing not to have sex until marriage, to proudly wear their “purity rings,” and to carry their ATM (“abstinence till marriage”) cards (Kelly). These programs encourage students to develop a strong sense of self and to avoid the negative consequences that might result from sexual activity, but there is a problem: abstinence-only programs do not work.

Studies show that abstinence-only programs do not reduce sexual activity by young people. In 2007, the United States Department of Health and Human Services released a study of abstinence programs. This government-funded study involved more than 2000 students. The authors discovered that “findings from this study provide no evidence that abstinence programs implemented in upper elementary and middle schools are effective in reducing the rate of teen sexual activity” (“Impacts”). The authors concluded that “findings indicate that youth in the [abstinence-only] programs were no more likely” than students not in the programs “to have abstained from sex” (“Impacts”). In addition, “among those who reported having had sex, they had similar numbers of sexual partners and had initiated sex at the same mean age” (“Impacts”). Apparently, students did not benefit from all of the effort and the millions of dollars that have gone into these programs. Another study by Peter Bearman of Columbia University shows that “88 percent of middle and high schoolers who pledge to stay virgins until marriage end up having premarital sex anyway” (Kelly). He adds that “the bad news is that they are less likely to use contraception the first time they have intercourse” (Kelly). Dr. S. Paige Hertweck, a doctor who contributed to an American Academy of Pediatrics report on teen sexual activity, states that “teaching abstinence but not birth control makes it more likely that once teenagers initiate sexual activity they will have unsafe sex and contract sexually transmitted diseases” (“Doctors Slam Abstinence”). In abstinence-only programs, students are taught to “just say no” to sex. They are not taught the information that they need to know about safe sex and contraception if they later choose to say “yes,” as many of them are doing.

Abstinence-only programs also promote a distorted and biased view of sexuality. To receive funding, schools must follow the rules in the law for teaching abstinence-only programs. One of the rules is that students must be taught that the “expected standard of sexual activity” is a “monogamous relationship in the context of marriage” (“Impacts”). An estimated 88 to 99 percent of Americans have sex outside of marriage (“Many Who Pledge”), yet students must be taught that having sex only within marriage is “the expected standard.” The rules also require that students be taught that having sex outside of marriage “is likely to have harmful psychological and physical effects” (“Impacts”). Approximately nine out of ten Americans have sexual relations outside of marriage. Do most of them suffer “harmful psychological and physical effects,” as the government has determined that students must be taught? The law presents a distorted view of sexuality, along with a biased view. In 2006, the government updated the funding guidelines to state that, in abstinence-only programs, “the term ‘marriage’ must be defined as ‘only a legal union between one man and one woman as husband and wife’” (Waxman 4). Promoting the government’s definition of marriage should not be a requirement for schools to receive funding for sex education programs. Senator Henry A. Waxman rightfully argues that “the benefits of abstinence from teenage sex should be taught in a way that does not further alienate gay and lesbian youth” (4). All students should benefit from sex education programs. Student Hunter Kincaid suggests how abstinence-only programs discriminate against gays and lesbians: “‘As a gay student, I thought [the abstinence-only class] was ridiculous,’ he says. ‘Abstinence until marriage for people who can’t even get married’” (Kelly). A sex-education program should help all students make good decisions about sexual activity. It should not promote an unrealistic standard of behavior, should not promote a particular definition of marriage, and should not discriminate against some students.

Sexual activity by young people is an important concern. In an ideal world, maybe everyone would wait until marriage before having sex and would then remain in a single, monogamous relationship. But this is not the reality. It might be a good goal to try to convince young people to wait until marriage before having sex, but taking this approach alone to sex education is not working. After ten years and a half of a billion dollars in federal funding, abstinence-only programs have not had a positive impact on the sexual behavior of teenagers. The programs may even cause harm because of the distorted and biased views that they promote and because of the information about safe sex and contraception that they do not teach. It is time to put an end to abstinence-only programs and to give students more comprehensive sex-education programs that better prepare them for the future.

Works Cited

Brody, Jane E. “Abstinence-Only: Does it Work?” New York Times. New York Times, 1 June 2004. Web. 19 July 2009.

“Doctors Slam Abstinence-Only Sex Ed: Teens Need Access to Birth Control, Pediatrician Group Says.” MSNBC. MSNBC, 5 July 2005. Web. 11 July 2009.

“Impacts of Four Title V, Section 510 Abstinence Education Programs: Executive Summary.” Assistant Secretary for Planning and Evaluation, U.S. Department of Health and Human Services. U.S. Department of Health and Human Services, 13 April 2007. Web. 4 Aug. 2009.

Kelly, Katy. “Just Don’t Do It!; Are We Teaching our Kids Way Too Much about Sex? Or Not Nearly Enough?” U.S. News & World Report 17 Oct. 2005: 44+. ProQuest. Web. 22 July 2009.

“Many Who Pledge Abstinence at Risk for STDs. Study: Teens Who Remain Virgins More Likely to Take Other Chances.” MSNBC. MSNBC, 15 Mar. 2005. Web. 10 July 2009.

Waxman, Senator Henry A. “New Federally Funded Abstinence Program Guidelines Based on Ideology, Not Science.” Committee on Oversight and Government Reform. Committee on Oversight and Government Reform, 111th Congress, 16 Feb. 2006. Web. 23 July 2009.

É isso, meu povo! Tentei resumir, mas nem tanto. Às vezes um pouco mais de leitura sobre um tópico importante é um tempo bem empregado, não acham?

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15 palavras em inglês que não parecem inglês

tuba

Com vocês 15 palavras estranhas em inglês que não parecem nem ser algo sério:

 

1 – Abattoir

A pronúncia é “abatoár” e significa abatedouro. Também é sinônimo de slaughterhouse e tem sua origem no francês. Mas consta no dicionário de inglês.

2 – Abbacy

Pronuncia-se “ábaci” e significa abadia, que vem do inglês arcaico abbatie e do latim abbatia.

3 – Baas

Utilizado no inglês falado na África do Sul e significa chefe. Isso mesmo, é um sinônimo de “boss” e se pronuncia “bás”.

4 – Cabochon

Uma espécie de corte em convexo de uma pedra preciosa ou semi-preciosa. Tem sua origem no francês “caboche” e se pronuncia “cábechan”

5 – Dado

Não, não se trata de um dado, que em inglês se fala die. Mas é a parte de um pedestal de uma coluna acima da sua base. Tem origem no italiano e se pronuncia “dêido”

6 – Ebb

Pronuncia-se “éb” e significa refluxo, ou retrocesso.

7 – Facete

Vem do latim fecetus e significa burlesco, espirituoso. A sua pronúncia aproximada é “facít”

8 – Gamut

Significa gama, ou uma série de alguma coisa. Sua pronúncia é “gámet”

9 – Harangue

Sua pronúncia é “Rá-réng” e vem do francês arenge e significa tão somente discurso que é dirigido a uma assembléia.

10 – Jammies

Aqui trata-se do apelido dado ao pijama, que em inglês é pajamas. Sua pronúncia é “diémis”

11 – Obloquy

Se pronuncia “áblãqüi” e significa maledicência… vamos combinar que nem em português usamos tanto, né?

12 – Quadroon

Essa curiosa palavra que se pronuncia “quadrún” significa simplesmente uma pessoa que tem 1/4 de ancestrais negros. Que troço mais específico :o/

13 – Scherzando

Significa – evidentemente – de maneira esportiva, ou divertida. Sim, é um advérbio maluco. E a sua pronúncia é melhor ainda: “squertsándo”. Usei muito…

14 – Uvea

Não tem nada a ver com uva, que em inglês é grape. Aqui se trata da camada pigmentada do olho que consiste na íris e no corpo ciliar. Sua pronúncia é “iúvia”

15 – Yore

Significa antes, antigamente ou outrora. Sua pronúncia é simples: “iór”.

Compreendido?

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Do you play the fool? / Você se faz de bobo?

fool

 

Certa vez, os Beatles gravaram um áudio de apresentação onde diziam: Hi, I’m Paul and I play the bass! Hi, I’m Ringo and I play the drums! Hello, I’m George and I play the guitar! Hi, I’m John and I play the guitar, and sometimes I also play the fool!

(Oi, eu sou o Paul e toco baixo. Oi, Eu sou o Ringo e toco bateria. Olá, eu sou o George e toco guitarra. Oi, eu sou o John e toco guitarra, e às vezes também me faço de bobo.)

Em português a piadinha do John não tem muito sentido, mas viu como em inglês tem?

Bancar o esperto, fazer de gato e sapato, ou mesmo agir como homem. Todas estas expressões têm algo em comum, que é o verbo “to play”! Olha só:

 

1 – To play smart …………… bancar o esperto

2 – To play the confidence game ………………… passar o conto do vigário

3 – To play devil’s advocate ………………………… fazer o advogado do diabo

4 – To play the fool ………………………………………. bancar o bobo

5 – To play the hell with somebody ……………. fazer alguém de gato e sapato

6 – To play truant …………………………………………. matar a aula

7 – To play with fire ……………………………………… brincar com fogo

8 – To play somebody against somebody …………. jogar um contra o outro

 

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