Super-Guia da Terceira Pessoa do Singular / He, She, It

minime

 

Eu sei que gramática não é o prato preferido de muitos students, mas é importante a gente dar aquela reciclada pra certas questões não caírem no esquecimento.

A dica de hoje é pra galera mais iniciante, que fica encrencada com a questão da adição do “s” ou “es” ao final dos verbos na terceira pessoa do singular, que em inglês se apresenta como He (ele), She (ela) e It (que é o pronome pra animais ou coisas).

Em primeiro lugar vamos compreender o It de uma vez por todas?

Em português as coisas têm gênero. Por exemplo, a mesa é feminino, o quadro é masculino e, dessa forma, todas as concordâncias relativo ao gênero em questão seguem normalmente como se fosse para pessoas. Em inglês não. Não se pode substituir table por she como fazemos ao substituir mesa por ela, nem picture por he, como faríamos ao substituir quadro por ele. Em inglês objetos não têm gênero. Assim, o pronome que é usado é o It:

– Do you like that table?
– No, I think it’s too large.

– Você gosta daquela mesa?
– Não, eu acho que ela é muito grande.

– What do you think about that picture?
– I like it! It fits my living room!

– O que você acha daquele quadro?
– Eu gosto! Ele combina com minha sala de estar.

Para animais também não usamos he ou she. Mantemos o It! Mas existe uma licença para se usar he ou she para os bichos de estimação. O uso de It se usa quando falamos de animais em geral, principalmente quando não sabemos o sexo do bicho:

– I saw a horse last night!
– Really? Where was it? 
– It was in front of my house.

– Eu vi um cavalo ontem à noite!
– Sério? Onde ele estava?
– Ele estava na frente da minha casa.

Percebem que mesmo sendo o substantivo cavalo no masculino em português, em inglês o seu pronome é it!

Agora, veja quando se trata de um animal de estimação com nome:

– Where’s your sister?
– She took Henry to the vet! He was looking ill.
– Oh, poor hamster!

– Cadê sua irmã?
– Foi levar o Henry ao veterinário! Ele parecia doente.
– Pobre hamster!

 

E não menos importante, lembremos que os verbos, quando flexionados na terceira pessoa do singular, ganham S ou ES:

– I walk…………She walks

 

Caso o verbo terminar com -o, -s, -ch, -sh, -x, ou -z acrescente ES:

– I wash the dishes……………….She washes the dishes

 

Quando o verbo termina com Y precedido por consoante, troca-se o Y pelo IES

– They study……He studies

 

Quando o Y vem precedido por vogal, ele continua no lugar e acrescentamos o S:
– I play the guitar…………….She plays the guitar

 

Have

O verbo Have na terceira pessoa do singular muda sua forma:

I have a car………………She has a car

 

Lembre-se!!!!

Quando passarmos para a negação no simple present, o verbo perde o S ou ES e o don’t se transforma em doesn’t:

Afirmativa – She sings in the church
Negativa –    She doesn’t sing in the church

Na interrogação, mantemos o does e o verbo ainda na sua forma infinitiva:

Interrogativa – Does she sing in the church?

 

Entendido?

 

So see you next time!

 

* ilustração by Laís Conter

 

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Aprenda a dizer o Alfabeto em inglês sem errar!

abc

 

Tem uma técnica bem interessante para que o aluno aprenda a dizer as letras em inglês, que é listá-las em grupos de mesma sonoridade, ou que rimam. É um esquema simples. Com um pouco de prática e dedicação eu tenho certeza que em breve você vai poder dizer o alfabeto em sua totalidade sem errar. Quer ver?

 

A, H, J, K ………. aqui as letras rimam com “êi”

B, C, D, E, G, P, T, V, Z………aqui as letras rimam com “í”

F, L, M, N, S, X…………………aqui as letras começam com “é” (éf, él, ém…)

I, Y………………………..aqui as letras rimam com “ái”

O……………………….lista solitária, apenas a única letra que se diz “ôu”

U, Q, W………………..Lista pequena das letras que rimam com “iú”

R………………………lista solitária da única letra que começa com “a” (ar)

 

Viu que fácil? Copie esse esquema e tenha-o sempre junto para os seus estudos. Logo logo ele nem será mais necessário!

 

See you next time!

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7 frases tiradas de filmes para você aprender inglês

A melhor maneira de você grudar vocabulário, expressões e frases importantes na cabeça é ligá-las a citações ou frases famosas.

Quando eu estudava inglês, sempre confundia above (acima) e below (abaixo). O que me salvou foi gostar de John Lennon. Sempre que eu precisava fazer uso de tais palavras, lembrava de Imagine na parte “no hell below us, above us only sky” ( nenhum inferno abaixo de nós, acima somente o céu). Eu fazia uma ligação óbvia entre as palavras “hell” (inferno) e “sky” (céu) e suas localizações “geográficas”.

Aqui, vou propor algo diferente: ao invés de usar musica, vou usar frases famosas de filmes clássicos. Se você for cinéfilo, tenho certeza que vai gostar e achar uma bela utilidade pro seu aprendizado. Vamos lá?

 

1 – “Chewie, we’re home.”

hansolo

Frase que muito fã de Star Wars esperava ser dita por Han Solo, interpretado por Harrison Ford, ao chegar em sua amada nave Millennium Falcon em Star Wars VII, The Force Awakens (2015)

Por que é importante: porque deixa claro que não precisa da preposição “at” diante de home.

 

 

2 – “Magic Mirror on the wall, who is the fairest one of all?”

rainha

A famosa “espelho, espelho meu, há alguém mais bela do que eu?” dita pela malvada rainha em Branca de Neve e os Sete Anões (1937), originalmente é um pouco diferente, como se vê. A tradução é “Espelho mágico na parede, qual a mais bela de todas”? Sim, fair também pode significar belo(a).

Por que é importante: porque gruda na cuca a estrutura do superlativo: THE fairEST.

 

 

3 – “Leave the gun. Take the cannoli.”

clemenza 2

Dito por Clemenza, o braço direito de Vito Corleone, em O Poderoso Chefão (1972) depois de ter matado Paulie com um tiro na nuca. Ao deixarem o local, ele pede para que seu capanga “deixe a arma, e pegue os cannoli”, que estavam numa caixa para levar para a esposa de Clemenza.

Por que é importante: porque ajuda a grudar na cabeça que o verbo “to leave” se usa para “deixar” e “to take” significa levar algo para algum lugar.

 

 

4 – “Mrs. Robinson, you’re trying to seduce me, aren’t you?”

primeiranoite

A frase dita por Dustin Hoffman em A Primeira Noite de Um Homem (1967) para a gentil senhora que queria lhe seduzir.

Por que é importante: porque trabalha com o question tag, aquela partícula de confirmação ao final de uma frase, no caso, o “aren’t you?”.

 

5 – “I’ll have what she’s having.”

harrysally

Em Harry e Sally – Feitos Um Para o Outro (1989), é a frase que Harry fala ao pedir para o garçom “vou querer o mesmo que ela está comendo”.

Por que é importante: porque é uma frase fácil para se lembrar que num restaurante a gente usa o verbo “to have” (ter) ao invés de “to want” (querer). I’ll have é a expressão usada para fazer seu pedido ao garçom.

 

 

6 – “There’s no place like home.”

shoes

Frase fofa de Doroty no clássico O Mágico de Oz (1939), para dizer que “não há nenhum lugar como o lar”.

Por que é importante: porque trabalha com o verbo haver, que em inglês é “there to be”, e não se pode usar o verbo “have” (ter) como um substituto assim como fazemos no português.

 

 

7 – “Keep your friends close, but your enemies closer.”

frankie

Sábio conselho que Michael Corleone recebeu de seu pai Vito, e que em O Poderoso Chefão II (1974) ele diz para Frankie Pentangeli: mantenha os amigos perto, mas os seus inimigos mais perto ainda.

Por que é importante: porque mostra numa mesma frase o uso do comparativo de “close”, ao adicionar o sufixo ER.

 

É isso, meus caros! Tenham certeza que essas pequenas frase vão ser de grande importância.

Keep studying!

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ATENÇÃO: Nunca diga essas 3 palavras nos EUA

bocafechada

 

Suponhamos que você esteja nos EUA e tem a primeira oportunidade de por em prática tanto empenho no estudo na língua inglesa.  Antes de sair tagarelando desenfreadamente, é bom antes ter ciência de 3 palavras que soam ofensivas no Tio Sam:

 

1 – Nigger

Você já deve ter visto algum filme onde algum personagem negro chama seu outro amigo negro de “my nigger” ou “my nigga“. Mas saiba que esse tipo de tratamento só é aceito entre dois negros. Se você não for negro e falar a palavra, amigão, a encrenca está feita, pois é tida como ofensiva.

Dica? Se você quiser se referir a uma pessoa negra, diga “African-american“, no caso de chamar de “cara”, ou “camarada”, “amigo”, substitua por buddy ou man, ou girl se for o caso, mas “the N word” jamais!

 

2 – Cunt

Cunt se refere ao aparelho genital feminino, e também para designar uma pessoa desagradável. O problema é que muita gente pode dizer cunt sem querer quando pronuncia mal a palavra “can’t” (negação de can). Portanto pratique: cunt se pronuncia “kânt“, enquanto que can’t se pronuncia “ként“. Todo cuidado é pouco. E por mais que você possa colocá-la numa estrutura onde ela é o verbo, a pouca prática ou fluência, pode ser desastroso.

 

3 – Fat

Parece bobagem, mas nunca, jamais, sob hipótese alguma chame alguém ou brinque falando “fat“. E não, não é como falar gordo no Brasil. Apesar de significar a mesma coisa, a recepção é pior. E sei lá por quê! A dica? Ora, não chame ninguém de gordo, caramba!

 

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ATENÇÃO: Nunca diga essas 5 frases em um aeroporto em inglês

aeroporto

 

Este é mais um post pra série: um dia vocês vão me agradecer por isso.

Preste bastante atenção, e se possível anote as palavras. São elas:

 

1 – Bomb!

É a famosa “the B word“, ou a palavra da letra B. Vocês sabem que em se tratando de paranoia – algumas vezes bem justificada – os aeroportos nos EUA e na Grã Bretanha são campeões. E como todo cuidado é pouco, você não vai querer nem brincar com a palavra “bomb” perto de qualquer agente de aeroporto.  E, por favor, se a bomba a qual você se refere for uma bomba de sucção, ou hidráulica (enfim, daquelas que não explodem…) diga pump!

 

2 – Why?

Por quê? Ora porque não é para usar, ué! Quando na hora do scanning, ou quando você passa pelos agentes que operam o raio x e pedem para abrir suas malas, a última coisa que você vai querer perguntar é “por quê?”. Primeiro porque eles não vão lhe dar as informações que você queria saber, e segundo porque há uma bela chance dos caras te pegarem pra “exemplo”, e te segurarem o quanto tempo eles acharem necessário.

 

3 – Drunk

Qual o espanto? Sabe a chance de te deixarem entrar num avião mamado? ZERO! Nenhum comandante ou chefe de comissários de bordo vai querer fechar a porta do seu avião sabendo que tem um bebum pronto pra encher o saco de todo mundo durante a viagem. Portanto, a dica é primeiro não ficar bêbado, e se você já estiver meio alegrinho devido às longas esperas nos bares dos terminais, esqueça que a palavra “drunk” existe.

 

4 – “Mr. Officer, can I pet your dog?”

Sabe aqueles cachorros bonitinhos que ficam na área de bagagem com seu policial prontos para cheirarem qualquer mala que parece estar com algo suspeito? Pois é, nem pense em dizer: “policial, posso acariciar seu cachorro?”. E se você falar isso já se aproximando do bicho, o policial vai puxá-lo e vai lhe dar uma mijada linda de se ver.  E é bem possível que ele peça para abrir a sua mala.

Portanto, dos lindos cachorros policiais, queira distância.

 

5 – Hi, Jack!

Ué? Que que tem encontrar um amigo chamado Jack dentro do avião e falar “oi, Jack“? Nada, se isso não provocasse a cacofonia “hijack” (sequestro)! E…bem, será que eu preciso dizer o que pode acontecer caso você gritar isso num avião na gringa?

 

Perfeito! Se você cuidar desses 5 pontos, a sua viagem será um pouco mais tranquila!

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Super-guia sobre Advérbios em Inglês

 

adverbios

Resolvi fazer um post bem completo sobre advérbios, como se formam, sua ortografia e uso. Claro que se trata de um post longo, mas tentei deixá-lo bem enxuto e informativo. Veremos os advérbios de modo, de lugar, tempo, frequência e de grau ou intensidade.

Mas, em primeiro lugar, o que é um advérbio?

Advérbios são palavras que usamos para modificar um verbo, um adjetivo, um outro advérbio e uma ação completa. Vamos investigá-los impiedosamente em 3, 2, 1…

 

Advérbios de Modo

Sempre que você quiser pensar em um advérbio de modo, lembre-se que ele vai responder a perguntas que iniciam com how? (como?). Eles vêm geralmente depois do objeto direto e depois do verbo. Por exemplo:

My teacher speaks English correctly………………………… Meu professor fala inglês corretamente.
My father plays soccer well…………………………………….. Meu pai joga futebol bem.
The rocket took off rapidly/fast/quickly…………………..O foguete decolou rapidamente.

Perceberam que a maioria dos advérbios de modo recebem o sufixo LY ao adjetivo original?

Quick………..quickLY……………………rapidamente
Beautiful…….beautifulLY (aqui, o adjetivo original, como já tinha a letra L, fica com a letra dobrada)……….lindamente
Poor………….poorly………………………mal (você não acha que existe pobremente, né?)

Os adjetivos que terminam em IC formam o advérbio com ICALLY:

Romantic…………romantically………………….romanticamente
Fantastic………….fantastically………………….fantasticamente

 

Advérbios de Lugar

Estes advérbios aparecem apenas depois do verbo, ou depois do objeto direto (ou indireto), caso houver:

The dogs are in the garden……………….. os cães estão no jardim.
I think I saw your mother there…………… Acho que vi a sua mãe lá.

Quando usados juntos de verbos que indicam movimento, as expressões de lugar surgem depois do verbo:

She went to the beach last weekend…………………………… Ela foi à praia na semana passada.
My cousin comes here for a barbecue every weekend…………. Meu primo vem aqui comer churrasco todos os finais de semana

No caso de here e there iniciarem uma frase onde elas trabalham como uma ênfase, a estrutura se dá na seguinte ordem: advérbio + verbo + sujeito. Mas se o sujeito da frase for um pronome pessoal, a ordem ficará: advérbio + sujeito + verbo:

Here comes the sun (advérbio + verbo + sujeito)…………………… lá vem o sol
Here she comes (advérbio + sujeito + verbo) ………………………… la vem ela

 

Advérbios de Tempo

O advérbio de tempo aparece no início ou no fim da oração:

Emily likes going jogging on weekends……………………… Emily gosta de fazer jogging nos finais de semana
On Sundays I usually have barbecue with my friends……….. Aos domingos eu geralmente faço churrasco com meus amigos

Soon (logo), then (então) e now (agora) são postados depois do verbo auxiliar e antes do verbo principal:

The doctor soon called the family……………… O médico logo chamou a família
She is now feeling much better…………………. Ela está se sentindo bem melhor agora

 

Advérbios de Frequência

Esses advérbios aparecem, geralmente, antes do verbo principal e depois dos auxiliares e modais:

My girlfriend is never late for dinner…………………… Minha namorada nunca está atrasada pro jantar
I usually go to the mall after 7pm………………………….. Eu normalmente vou pro shopping depois das sete da noite.

Once a month (uma vez por mês), twice a month (duas vezes por mês) e assim por diante… aparecem geralmente no final da frase:

I go to the gym once a week………………………….. Vou pra academia uma vez por semana

 

Advérbios de Grau ou Intensidade

Geralmente os advérbios de grau são colocados diante do adjetivo, do verbo ou do advérbio que estão modificando:

My wife is a very creative woman………………………. Minha esposa é uma mulher muito criativa
This situation is too bad!………………………………… Esta situação é ruim demais!
This car is rather expensive……………………………… Este carro é um tanto caro.
Last month I nearly lost my job! ……………………….. Mês passado eu quase perdi o emprego.
This cake is quite good!…………………………………… Este bolo é bastante bom!
That party was really nice!……………………………….. Aquela festa estava realmente boa!

 

Tá bom, ou querem mais? Agora é só estudar! See you soon!

 

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Super-Guia da Voz Passiva em Inglês – Passive Voice

passive

 

Aqui vamos nós com mais um guia! E dessa vez sobre a voz passiva, ou passive voice!

Antes é importante entender a estrutura da voz ativa e como ela se transforma em passiva. E é curioso como ela se assemelha com a maneira que a estruturamos em português.

Em linhas gerais, na voz ativa, temos um sujeito praticando uma ação, ou seja, a informação principal é que alguém está fazendo alguma coisa.
Na voz passiva, essa coisa, ou objeto, se torna o sujeito, e o autor da ação se transforma no agente da passiva. Dessa forma, a informação principal é a ação desempenhada:

Voz ativa………..Daniel makes the chocolate cake.

Voz passiva…….The chocolate cake is made by Daniel.

Mas é importante deixar claro que nem sempre o agente da passiva é usado. Isso acontece quando ele é óbvio ou desimportante no contexto.

Segue uma a lista que justifica o título “Super-Guia”. 15 possibilidades de passive voice:

 

Simple present

Active voice: ………..George washes my car
Passive voice:……… My car is washed by George

Modal verb – Simple present

Active voice:………….Helen can make the candy
Passive Voice:………. The candy can be made by Helen

Present progressive

Active voice:…………They are studying English
Passive voice:………. English is being studied

Simple past

Active voice:…………The referee started the game
Passive voice:……….The game was started

Modal verb – Simple past

Active voice:………….They could paint that wall
Passive voice:………..That wall could be painted

Past progressive

Active voice:………… He was doing the homework
Passive voice:………. The homework was being done

Present perfect

Active voice:…………She has done the homework
Passive voice:……….The homework has been done

Modal verb – present perfect

Active voice:………..They could have done the homework
Passive voice:………The homework could have been done

Past perfect

Active voice:………..She had produced the paper
Passive voice:………The paper had been produced

Simple future

Active voice:…………They will reduce costs
Passive voice:……….The costs will be reduced

Future perfect

Active voice:…………She will have done the homework
Passive voice:……….The homework will have been done

Conditional

Active voice:…………. He would do the homework
Passive voice:……….. The homework would be done

Conditional perfect

Active voice:………….They would have done the homework
Passive voice:………..The homework would have been done

Infinitive

Active voice:………….They want to make the cake
Passive voice:………..They want the cake to be made

Present continuous

Active voice:…………. He is doing the homework
Passive voice:……….. The homework is being done

 

Agora, é só estudá-los e praticá-los!


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See you soon! 

10 situações onde “fazer” não é “Do” nem “Make”

make and do

Eis uma questão boa! Não raro o aluno quer passar para o inglês uma expressão ou alguma frase que leva, normalmente no começo, o verbo “fazer”. Mas quando vai ver, usou o DO ou o MAKE de forma equivocada.

Tá bom, eu entendo que o verbo “fazer” significa to do ou to make. Mas nesses dez casos a coisa muda:

 

 

 Fazer a matrícula…….. to enroll – I have to enroll this morning! (Tenho que fazer a matrícula hoje de manhã)

 Fazer as contas……….. to work it out – I worked it out and I’ll be able to go to the beach with you! (Eu fiz as contas e vou poder ir pra praia com vocês!)

– Fazer as malas…………to pack the bags – She has to pack her bags, that’s why she left earlier. (Ela tem que fazer as malas, por isso que ela saiu mais cedo)

– Fazer as pazes……………to bury the hatchet – They buried the hatchet and are having a beer together now. (Eles fizeram as pazes e agora estão tomando uma cerveja juntos)

– Fazer companhia…………..to keep one company – He is here to keep me company while I’m still recovering. (Ele está aqui me fazendo companhia enquanto ainda me recupero)

– Fazer hora…………………….to pass the time – I’m passing the time until it’s time to go (estou fazendo hora até o momento de ir)

– Fazer regime…………………..to go on a diet – She went on a diet last year and lost 10kg! (ela fez um regime no ano passado e perdeu 10 quilos)

– Ficar assustado………………….to get scared – I got scared when the phone rang in the middle of the night! (Eu fiquei assustado quando o telefone tocou no meio da noite)

– Fazer de conta que……………………….to pretend that – Pretend that you’re traveling! (Faz de conta que você está viajando!)

– Fazer uma pergunta…………………………to ask a question – I want to ask a question! (Quero fazer uma pergunta)

 

That’s all for now, guys! See you soon!

 

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O que significa “pod”?

airpods

 

Afinal, que diabo significa esse tal de “pod” que a Apple tanto fala, desde os iPods até os recentes Earpods?
Aqui está a resposta.

Dá-se o nome de pod a todo pequeno invólucro que carrega alguma coisa. Por exemplo, se você tiver uma daquelas cafeteiras de expresso, é preciso comprar as cápsulas. Pois essas cápsulas em inglês também podem ser chamadas de pod. Originalmente o pod está na natureza e pode ser chamado de vagem ou qualquer estrutura assemelhada que guarda dentro de si sementes.

Aí fica mais fácil da gente compreender a ideia por detrás do nome iPod. A letra “i” que vem diante do iPod e quem está presente nos produtos da Apple desde o iMac até o iPhone, é designada como “consumidor”. E o pod, um pequeno dispositivo que carrega alguma coisa, no caso do iPod música e no caso do iPhone o celular e mais um monte de outras funcionalidades.

Então, numa livre tradução, iPod seria cápsula do consumidor… é melhor deixar iPod mesmo.
Era isso! Espero ter elucidado essa importantíssima dúvida!

See you next time!

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Guia da Perfeita Composição em Inglês

essay

Eis aqui o guia fundamental pra você desenvolver uma composição em inglês de excelência!

Primeira coisa que você precisa saber é que, quando você escrever um essay – ou redação oficial – em inglês, você vai seguir o padrão MLA (Modern Language Association), que é o ABNT deles. É a estrutura-guia de todos os essays acadêmicos. Procure seguir essas diretrizes, o que vai servir para você escrever uma redação em inglês estruturada na maneira correta.

As normas são as seguintes:

Fontes – a sua redação, ou essay, deverá ser escrita na fonte Times New Romas 12.

Espaço duplo – Toda as sua redação deverá observar espaço duplo entre as linhas. E não devera haver um espaço maior entre parágrafos.

Cabeçalho – No canto superior esquerdo da sua redação, você deverá escrever o seu noime, o nome do instrutor, ou professor, sua sala de aula e a data como no exemplo:

Seu Nome

Mr. Emerim

Eng 2001-06

10 November 2015

Margens – De acordo com a MLA, a sua redação em inglês deve ter uma margem de uma polegada (2,54cm) em cima, embaixo, esquerda e direita.

Número nas páginas – O seu sobrenome e o número da página devem aparecer no canto superior direito de cada página da sua redação, incluindo a primeira.

Título – Sua redação deve conter um título. Este título deve estar centralizado e aparecer abaixo da linha do cabeçalho na primeira página e acima da primeira linha da sua redação. O título deverá ser na mesma fonte da redação inteira, sem aspas, sem sublinhamento, nem itálico e não pode estar em negrito.

Espaço da primeira linha de cada parágrafo – A primeira linha de cada parágrafo deve ser “indentada”, ou seja, ter um espaço maior entra a margem e o seu início. De acordo com MLS, este espaço deverá ser conseguido pressionado TAB uma vez.

Alinhando à esquerda- O texto da sua redação em inglês deverá estar alinhada a partir da margem esquerda. No seu editor de texto, escolha “alinhar à esquerda”. Não escolha “justificar”.

IMPORTANTE:

1- Existe um tamanho mínimo exigido para cada redação. Se você falhar em cumprir com esse tamanho mínimo, sua nota vai cair. Cada composição deverá ter, pelo menos, cinco parágrafos, incluindo a introdução e a conclusão.

2- cada redação deverá incluir uma afirmação de tese Thesis Statement de uma frase na introdução que (a) identifica o tópico, (b) identifica as ideias principais apresentadas no teu texto, (c) esclarece como as ideias estão logicamente relacionadas e (d) transmite o ponto principal da sua redação.

3- Cada parágrafo deverá incluir uma frase-tópico clara, preferivelmente como sendo a primeira, que identifica o ponto principal a ser desenvolvido e defendido no seu parágrafo.

4- Cada parágrafo deve ter o tamanho de meia página (espaçamentos duplos). Geralmente as introduções e conclusões são os parágrafos menores.

5- Evite pronomes em primeira pessoa (I, me, etc), pois a escrita tem que ser formal. Evite também o uso de contrações (can’t, won’t, etc), gírias e expressões informais.

E, finalmente, reproduzo abaixo um exemplo de um essay, ou redação, seguindo as regras acima:

John J. Hinklemeyer
Professor Jones
ENG 1001-09
13 November 2009

The Failure of Abstinence-Only Programs

Sex education is important, but many students finish sex education classes with a distorted view of sexuality and without a good understanding of contraception and safe-sex practices. Instead, children only learn that they should not have sex until they are married. Abstinence-only programs in public schools have become popular because of a law giving millions of dollars to schools that teach the programs. These programs have the good intention of persuading young people to wait until marriage before having sex, but abstinence-only programs are not achieving this goal and are flawed by the distorted and biased perspective that they promote.

In 1996, the United States government passed a law giving funding to states that offered abstinence-only programs in public schools. Since this time, over half of a billion dollars has been given to states to promote abstinence-only programs (Brody). To receive the money, schools must agree to follow a set of rules. The rules indicate that a school’s abstinence-only program must have “as its exclusive purpose teaching the social, psychological, and health gains to be realized by abstaining from sexual activity” (“Impacts”). Students must be taught that they are likely to suffer harmful effects if they have sex before marriage. They also must be taught that the “expected standard” is for school-age children not to engage in sexual activity and for adults to engage in sexual relations only within marriage (“Impacts”). Schools receiving the funds must teach students that they should “just say no” to sex until they are married. The schools are not allowed to teach students about safe sex and “may not mention contraception except to point out the failure rates of various methods” (Brody). Some states have refused the federal funds so that their schools can determine their own ways to teach sex education, but 43 states participate in the program. With millions of dollars from the government every year, many schools now promote abstinence. They offer abstinence-only programs with encouraging titles such as “ReCapturing the Vision,” “Teens in Control,” and “My Choice, My Future!” (“Impacts”). They encourage students to sign virginity pledges vowing not to have sex until marriage, to proudly wear their “purity rings,” and to carry their ATM (“abstinence till marriage”) cards (Kelly). These programs encourage students to develop a strong sense of self and to avoid the negative consequences that might result from sexual activity, but there is a problem: abstinence-only programs do not work.

Studies show that abstinence-only programs do not reduce sexual activity by young people. In 2007, the United States Department of Health and Human Services released a study of abstinence programs. This government-funded study involved more than 2000 students. The authors discovered that “findings from this study provide no evidence that abstinence programs implemented in upper elementary and middle schools are effective in reducing the rate of teen sexual activity” (“Impacts”). The authors concluded that “findings indicate that youth in the [abstinence-only] programs were no more likely” than students not in the programs “to have abstained from sex” (“Impacts”). In addition, “among those who reported having had sex, they had similar numbers of sexual partners and had initiated sex at the same mean age” (“Impacts”). Apparently, students did not benefit from all of the effort and the millions of dollars that have gone into these programs. Another study by Peter Bearman of Columbia University shows that “88 percent of middle and high schoolers who pledge to stay virgins until marriage end up having premarital sex anyway” (Kelly). He adds that “the bad news is that they are less likely to use contraception the first time they have intercourse” (Kelly). Dr. S. Paige Hertweck, a doctor who contributed to an American Academy of Pediatrics report on teen sexual activity, states that “teaching abstinence but not birth control makes it more likely that once teenagers initiate sexual activity they will have unsafe sex and contract sexually transmitted diseases” (“Doctors Slam Abstinence”). In abstinence-only programs, students are taught to “just say no” to sex. They are not taught the information that they need to know about safe sex and contraception if they later choose to say “yes,” as many of them are doing.

Abstinence-only programs also promote a distorted and biased view of sexuality. To receive funding, schools must follow the rules in the law for teaching abstinence-only programs. One of the rules is that students must be taught that the “expected standard of sexual activity” is a “monogamous relationship in the context of marriage” (“Impacts”). An estimated 88 to 99 percent of Americans have sex outside of marriage (“Many Who Pledge”), yet students must be taught that having sex only within marriage is “the expected standard.” The rules also require that students be taught that having sex outside of marriage “is likely to have harmful psychological and physical effects” (“Impacts”). Approximately nine out of ten Americans have sexual relations outside of marriage. Do most of them suffer “harmful psychological and physical effects,” as the government has determined that students must be taught? The law presents a distorted view of sexuality, along with a biased view. In 2006, the government updated the funding guidelines to state that, in abstinence-only programs, “the term ‘marriage’ must be defined as ‘only a legal union between one man and one woman as husband and wife’” (Waxman 4). Promoting the government’s definition of marriage should not be a requirement for schools to receive funding for sex education programs. Senator Henry A. Waxman rightfully argues that “the benefits of abstinence from teenage sex should be taught in a way that does not further alienate gay and lesbian youth” (4). All students should benefit from sex education programs. Student Hunter Kincaid suggests how abstinence-only programs discriminate against gays and lesbians: “‘As a gay student, I thought [the abstinence-only class] was ridiculous,’ he says. ‘Abstinence until marriage for people who can’t even get married’” (Kelly). A sex-education program should help all students make good decisions about sexual activity. It should not promote an unrealistic standard of behavior, should not promote a particular definition of marriage, and should not discriminate against some students.

Sexual activity by young people is an important concern. In an ideal world, maybe everyone would wait until marriage before having sex and would then remain in a single, monogamous relationship. But this is not the reality. It might be a good goal to try to convince young people to wait until marriage before having sex, but taking this approach alone to sex education is not working. After ten years and a half of a billion dollars in federal funding, abstinence-only programs have not had a positive impact on the sexual behavior of teenagers. The programs may even cause harm because of the distorted and biased views that they promote and because of the information about safe sex and contraception that they do not teach. It is time to put an end to abstinence-only programs and to give students more comprehensive sex-education programs that better prepare them for the future.

Works Cited

Brody, Jane E. “Abstinence-Only: Does it Work?” New York Times. New York Times, 1 June 2004. Web. 19 July 2009.

“Doctors Slam Abstinence-Only Sex Ed: Teens Need Access to Birth Control, Pediatrician Group Says.” MSNBC. MSNBC, 5 July 2005. Web. 11 July 2009.

“Impacts of Four Title V, Section 510 Abstinence Education Programs: Executive Summary.” Assistant Secretary for Planning and Evaluation, U.S. Department of Health and Human Services. U.S. Department of Health and Human Services, 13 April 2007. Web. 4 Aug. 2009.

Kelly, Katy. “Just Don’t Do It!; Are We Teaching our Kids Way Too Much about Sex? Or Not Nearly Enough?” U.S. News & World Report 17 Oct. 2005: 44+. ProQuest. Web. 22 July 2009.

“Many Who Pledge Abstinence at Risk for STDs. Study: Teens Who Remain Virgins More Likely to Take Other Chances.” MSNBC. MSNBC, 15 Mar. 2005. Web. 10 July 2009.

Waxman, Senator Henry A. “New Federally Funded Abstinence Program Guidelines Based on Ideology, Not Science.” Committee on Oversight and Government Reform. Committee on Oversight and Government Reform, 111th Congress, 16 Feb. 2006. Web. 23 July 2009.

É isso, meu povo! Tentei resumir, mas nem tanto. Às vezes um pouco mais de leitura sobre um tópico importante é um tempo bem empregado, não acham?

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