Vocabulário de inverno em inglês? É pra já!

frio

da esquerda para a direita: Fábio

 

Tudo bem, ainda é outono, mas chegou o frio! E com ele, vem muitas coisas boas para gente enriquecer o vocabulário em inglês! Saca só:

 

Vamos ver algumas roupas, ou clothes?

 

Pantufa…………Slippers

Cachecol……….Scarf

Luva…………….Glove

Touca…………..Hood

Polaina………..Legging / Spat

Edredom………Duvet

Blusão de lã….Sweater

Jaqueta……….Jacket

Bota…………..Boot

Bota de chuva / galocha…………….Wellies

 

 

Alimentos (eeeeeee!!!!!)

 

Sopa…………….Soup

Chá……………..Tea

Chocolate quente………..Hot Chocolate

Café com leite……………Latte

Fondue……………………Fondue (porém, se lê “fón-dú”)

 

 

Clima / fenômenos climáticos
Neve………………….Snow

Vento…………………Wind

Garoa………………..Drizzle

Geada………………..Frost

Frio………………….Cold

 

Agora coloque um casaco e keep studying!

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Entrevista com Suzana Herculano-Houzel

Suzana

 

Amigos, tempos atrás tive a honra de conversar com Suzana Herculano-Houzel, neurocientista desde 1999, quando começou a fazer divulgação científica e, de acordo com sua descrição em seu blog A Neurocientista de Plantão “criou o hábito de pensar no lado ‘cerebral’ de tudo o que acontece ao seu redor”. Em 2006, começou a escrever uma coluna para o caderno Equilíbrio do jornal Folha de São Paulo, teve um quadro no Fantástico, escreveu cinco livros e lançou recentemente – em inglês: The Human Advantage.

Naquela época a Suzana tinha sido notícia porque resolvera jogar a toalha, deixar o Brasil e fazer ciência onde há apoio verdadeiro. Mas ainda tenho esperança que a coisa reverta lá adiante e ela volte, e o Brasil deixe de perder seus talentos para o exterior.

Mas o foco do blog é o inglês, e a Suzana o tem fluente – como podem ver na sua palestra no TED em 2013 What’s So Special About The Human Brain? – e então batemos um papo sobre como ela começou a estudar inglês e a importância desse idioma para quem aspira seguir a carreira científica.

 

Quando foi que você começou a estudar inglês?

Quando eu era criança, ainda, em casa, com a minha mãe. Depois estudei num curso que privilegiava a conversação. Tentei um outro, que não tinha essa característica, algumas vezes quando minha turma do primeiro fechava, mas eu sempre voltava para ele: no que não privilegiava a conversação, claro, ninguém sabia falar. Ao mesmo tempo, lia avidamente em inglês – Agatha Christie era minha leitura favorita, então meu vocabulário incluía daggers, poisons…


Legal, sua mãe era professora de inglês ou dominava o o idioma e te ajudava?

Não, ela só conhecia o suficiente para nos ensinar o básico, e a gente queria aprender. Acho que na época o curso não aceitava crianças, ou não tinha turma especial. Tinha turmas de adolescentes, mas elas iam fechando, então nessa eu me formei depois de estudar em várias turmas de adultos.


Depois de concluir o curso aos 14 anos, você chegou a 
fazer algum intercâmbio?

Não, nunca, e na época não tinha tv a cabo. Eu via filmes alugados. Quando eu cheguei nos EUA pela primeira vez, liguei a tv e vi seriados (sem legenda, claro – lembro do Cheers) fiquei besta olhando praquilo e pensando “eu sei que conheço todas as palavras, mas não estou entendendo nada!”

Na tua palestra no TED, o teu inglês é muito bom. Não é regra, mas imaginei que tivesses morado fora.

Eu morei fora, mas só depois, pra pós-graduação, não foi intercâmbio. A exposição a “inglês de verdade” foi fundamental.


E morou por quanto tempo?

Morei 3 anos nos EUA (em Cleveland, onde NINGUÉM falava português, o que foi fundamental), depois 4 na Alemanha, onde quase todos no Instituto falavam comigo em inglês.


Isso foi uma imersão e tanto!

Foi sim. O melhor elogio que meu inglês recebeu foi no começo das aulas da pós-graduação, quando um americano veio me dizer “eu não consigo situar o seu sotaque – de qual ESTADO você é?”  risos


Esse é um sinal de proficiência!

A proficiência, mesmo com sotaque, é fundamental. Eu não tenho a menor dificuldade em dizer o que quero. Isso é crítico para qualquer profissão, mas fundamental para cientistas. A gente tem que ser capaz de dizer e-xa-ta-men-te o que quer, com as nuances corretas


Vamos falar na tua área – ciência e pesquisa. Qual a 
importância de dominar o inglês no que vc faz? Vc acha que isso faz muita diferença? A Suzana sem inglês seria a Suzana de hoje?

Essencial e obrigatório. Alunos de iniciação científica precisam dominar ao menos a leitura do inglês para entrar no laboratório, e de preferência saber falar, porque temos cada vez mais estrangeiros no laboratório. Mas, mesmo antes disso, sem saber falar e escrever inglês
não dá para ser cientista. A base é a comunicação, a troca de descobertas e conhecimentos. A língua universal, no momento, é o inglês. Já foi o latim, já foi o alemão, mas agora é o inglês. Eu não teria estudado fora se não dominasse esse idioma, não publicaria bons artigos em inglês se não dominasse a língua eu mesma. E certamente eu não seria convidada para dar palestras no estrangeiro (muito menos no TED) se não tivesse esse domínio. Poder conversar socialmente com outros pesquisadores também é fundamental. Por isso não basta o conhecimento operacional suficiente só para decorar uma palestra e apresentá-la, é preciso conseguir conversar normalmente com outros cientistas após palestras e na mesa de um bar.

Sim, a questão da socialização e do networking. Sabe-se que há falta de profissionais com o domínio no inglês no mundo dos negócios aqui no Brasil. Na tua área ainda se vê essa carência?

Sim. Inglês instrumental é pré-requisito para fazer doutorado, mas são poucos os pesquisadores com inglês realmente fluente. Em geral, são os que estudaram fora.


A que você acha que se deve essa falta de consciência, da parte do brasileiro, para arregaçar as mangas e estudar inglês?

Acho que muitos estudam o suficiente para ter noções básicas, ou para conversar com turistas. Ganhar proficiência de verdade  exige exposição, necessidade real de usar a língua. Eu mesma conheço a diferença entre as línguas que falo. Inglês e francês são absolutamente fluentes porque eu falei diariamente por vários anos. Alemão é funcional, e eu entendo bastante bem, porque não precisei tanto assim. Embora morasse na Alemanha, as pessoas com quem eu conversava falavam inglês. E meu espanhol… digamos que melhora a cada viagem em que eu preciso dele!


Você tem filhos? Se sim, já os colocou num curso de inglês desde cedo?

Sim, os dois estudam no mesmo curso que eu me formei desde a idade em que ele aceita crianças. Os dois são agora perfeitamente fluentes, porque o padrasto é americano e eles falam inglês em casa.


Puxa, que ótimo pra eles ter essa imersão em inglês em casa!

É, um deles pulou do Kids pro book 8 porque estava ficando entediado na sala, fez a entrevista e o professor aprovou


E sobre os teus projetos atuais, algum livro novo no horizonte?

Sim, acabei de entregar um livro novo pra MIT Press. Em inglês! Vai se chamar The Human Advantage e é sobre meu próprio trabalho. O original é em inglês mesmo.

E não vai sair versão em português?

Vai, um dia – os direitos em português são meus, mas ainda não tenho editora para ele.

Que dica tu darias pros estudantes da tua área quanto à importância do inglês?

Minha dica é procurarem se expor: lerem livros, verem filmes com legenda em inglês, viajarem com grupos de estrangeiros (NADA de brasileiros no grupo!). Inglês é inegavelmente a linguagem universal de hoje, e para viver bem inserido em um mundo globalizado, há que se dominar o inglês. E quanto melhor a gente fala, melhor é aceito como cidadão do mundo, sem fronteiras mesmo.

Pra quem vai fazer a prova de inglês no vestibular da UFRGS

exame

 

Vamos direto ao ponto: a prova de inglês da UFRGS! Quem já fez sabe que é bem complicada, e se você for pra prova apenas com o inglês da escola, comece a se preparar pra mais um ano de estudo, porque você não vai se dar bem. Lamento ser tão direto, mas eu quero que você passe!

Pra isso, listei algumas dicas pra você seguir, caso tenha escolhido inglês como língua do teste. Não estou dizendo que você vai passar inequivocamente, mas estou certo que, se você seguir essas diretrizes, o caminho pra se dar bem na prova estará bem próximo!

1 – o teste da UFRGS é baseado em interpretação de textos, então não preciso dizer que praticar o reading é a primeira coisa a ser feita.

2 – as questões trazem gramática. E algo que é bem recorrente são os pronomes, portanto a outra dica é dar uma atenção especial a essa parte da gramática.

3 – vocabulário é de extrema importância, então dê uma estudada mais cuidadosa em phrasal verbs, gírias e expressões idiomáticas.

4 – tempos verbais também estarão na prova, então dedique um tempo a dar uma revisada em present perfect

5 – pronomes também merecem aquela dedicação, pois eles adoram aparecer naquelas questões para saber a quem os pronomes “they” ou “it” se referem. Então vale dedicar um tempo a eles.

6 – voz passiva e suas várias aplicações em tempos verbais diferentes, seja com modal, seja nos tempos perfeitos. Cai na prova tão certo quanto vai nevar na Sibéria. Recomendo ler o meu guia completaço da voz passiva e ser feliz :)

7 – ah, os advérbios! eles estarão marcando presença nas frases e na prova! Recomendo também o guia completaço sobre os advérbios que eu publiquei aqui!

 

Fique ligado que vou publicar mais dicas relativas ao vestibular aqui no blog nas próximas semanas!

Bons estudos!

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Os ciclos da vida em inglês

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Em português a gente conhece bebê, criança, adolescente, adulto e idoso. Ponto final. É a longa estrada da vida resumida em 5 palavras. Mas em inglês temos 8! Vamos a elas?

Infant

Recém-nascido. Cheguei!!!

Baby

É o bebê,  cujas atividades principais em sua vida consistem em mamar, dormir e fazer cocô. E quem precisa mais que isso…?

Toddler

Aqui já começa um termo que poucos conhecem, que é como se chama o bebê que não é mais assim tãããão bebê, mas ainda não caminha. Do primeiro ano aos 3 anos de vida.

Child

Eis a criança propriamente dita, a partir dos 3 anos de idade, quando já começa a andar , correr, quebrar vasos, colocar dedos na tomada, puxar o rabo do gato, e vai seguindo nessa tranquilidade até os 12 anos de idade, pois logo após temos o simpático:

Teenager

Que, como o nome diz, é a fase que compreende os teens numbers (dos 13 aos 19). É a idade das espinhas, das caras de “não to afim”, “o mundo me odeia”, “meus pais são caretas” e ninguém o compreende. Mas felizmente esse inferno acaba na próxima fase.

Adult

Dos 20 aos 55 anos, é uma fase longa, com mais responsabilidades, com preocupações, com estudo, com trabalho, com a camada de gordura pedindo passagem, com relacionamentos a mil e as contas também.

Senior

É a criatura dos 55 aos 80. Uns se aposentam , outros entendem que ainda podem ser produtivos. Uns pescam, outros continuam na balada (cada vez mais normal isso, aliás). E começam a experimentar como é serem avós!

Golden Oldie

dos 80 até onde a biologia permitir, é a chamada segunda infância (prefiro isso à terceira idade). A experiência, os netos e bisnetos no colo, a sonda, a papinha, a dentadura. Todos nós passaremos por isso! Tomara, né? Porque pior do que envelhecer, é não envelhecer.

 

See you next time!

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Charles’ ou Charles’s? Atenção para o uso do apóstrofo

Apostroph

Quando eu quiser falar sobre posse, como eu incluo o apóstrofo + s se o nome já tem “s” no fim?

É uma boa pergunta, e que deixa muita gente na dúvida. Por estranho que possa parecer, se você pesquisar nos livros de gramáticas em inglês, não existe uma regra indiscutível, mas hoje aceita-se as seguintes determinações:
Sempre que a palavra originalmente no singular, ou nome próprio, acabar com a letra “s”, acrescentaremos o apóstrofo + s como vemos abaixo:

– The class’s schedule was kept by the Principal…………o horário da aula foi mantido pelo diretor.
– The boss’s car is parked outside……………………………o carro do chefe está estacionado lá fora.

 

Já quando a palavra estiver no plural, acrescentaremos apenas o apóstrofo sobre o “s“:

– My dogs’ food expired……………………………a comida dos meus cachorros passou da validade.
– Those buildings’ apartments are expensive…..os apartamentos daqueles edifícios são caros.

 

Sabemos que nem todos os plurais em inglês se caracterizam com “s” no final. Dessa forma, acrescenta-se o apóstrofo + s:

– The children’s toys were given last night……………..os brinquedos das crianças foram dados ontem à noite.
– Women’s rights should be observed…………………….os direitos das mulheres devem ser observados

 

Então, a maneira correta é escrever Charles’s book!

 

Entendido? See you next time!

 

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Guia definitivo para ser feliz num Pub britânico

chica

 

Sempre deixo claro aqui no blog e pros meus alunos que aprender uma língua é mergulhar em sua cultura! E hoje vamos ver a cultura dos Pubs na Terra da Rainha!

Sim, você já percebeu que saber inglês é bom também pra aprender a pedir a cerveja certa em algum pub na Inglaterra. E eu, como um apreciador dessa maravilhosa bebida, não poderia ficar sem fazer um post sobre isso aqui no nosso tão amado blog, não é?

Primeiramente saibamos que existem dois grupos grandes de cervejas: as Ales e as Lagers.

Ale (éal) é o tipo de cerveja mais antigo e tradicional, datando de mais de dois mil anos atrás, enquanto que a Lager (lóguer) tem coisa de 200 anos. O Yeast(iêist) que é o levedo, está presente como um dos principais ingredientes de ambos os tipos. Mas existe um tipo de yeast que vai para o uso das lagers e outro para as ales, cada um com a sua fermentação a uma temperatura diferente

Os britânicos amam as ales mais fortes. São as chamadas “bitter” (amargas), como as porters ou as stout, que são bem escuras e encorpadas. Na terra da Rainha, a Fuller’s e a Guinness estão entre as mais populares.

 

Como pedir uma cerveja num pub

Pubs estão para o Reino Unido assim como o boteco está para o Rio de Janeiro ou o Bexiga em São Paulo. É lá que o happy hour acontece, com o pessoal por vezes sentado no meio-feio diante do seu pub preferido. Coisa inimaginável nos EUA, onde é proibido o consumo de bebidas alcoólicas na rua.

Uma vez em seu pub (que vem de Public Houses), atente-se a estas 5 regras:

1 – Tenha paciência

fique com 5 ou 10 libras à mão e que o bartender possa ver (não o mostre ostensivamente, como que sacudindo no ar), pois você vai ser ignorado. Tampouco grite, como fazemos por aqui. Olhe nos olhos do bartender e sorria!

2 – Saiba o que você quer pedir de antemão

A indecisão na hora que o bartender lhe atender vai fazer com que você perca a vez. Você precisa saber também a medida da sua bebida. Pode ser um Pint(páint) que equivale à medida de 500ml, ou Half Pint (réf páint) que é a metade dissoSaiba também o nome da cerveja que você quer beber, respire fundo e peça:

 “Two pints of Guinness, a half of Porter and three packets of crisps (potato chips) please.”
Dois pints de Guinness, meio pint de Porter e três porções de batatas-fritas, por favor.

Ah, sim! Pague ao fazer o pedido. Quando você receber sua bebida ou comida, eles trazem o troco junto, se for o caso.

 3 – Saiba o que esperar

Ingleses não são fãs de muita espuma, então prepare-se para ter a sua bebida com um colarinho mínimo. No caso da Guinness há uma exceção porque a espuma faz parte do charme quando é servida. Mas com as outras é pouca espuma mesmo.
As cervejas que saem das torneiras e que normalmente chamamos de chopp por aqui, lá são chamadas drafts, e estão a uma temperatura um pouco mais fria que o ambiente. Se você quiser cerveja gelada, prefira as garrafas.

4 – Evite ficar no balcão

O comportamento normal de um cliente num pub é pegar o seu pedido e sair do balcão. Vá a uma mesa, ou fique de pé por alí perto, mas saia do balcão. Você também pode ficar na calçada, se não estiver naquele congelante inverno britânico.

5 – É normal pagar uma rodada 

Se você estiver num grupo de amigos, pague uma rodada (ou round). Aqueles pão-duros que nunca pagam rodada são mal-vistos. Sério!

 

O serviço no Pub

Nem todos os pubs têm serviço na mesa. Você tem que ir ao balcão, pedir, pagar e esperar que a comida chegue até onde você está. Estes são conhecidos como Gastropubs, onde pessoas jantam. Antes de ir ao balcão, veja se a sua mesa não tem um número. Isso facilitara na hora de fazer o pedido chegar até você.

 

Qual o horário de funcionamento dos Pubs por lá?

Pubs têm um horário fixo: abrem para almoço e fecham logo após. Apenas reabrindo na tardinha para fecharem à 23h.
Algumas leis locais permitem uma renegociação desse horário, de maneira que você poderá encontrar pubs que servem até café da manhã pra trabalhadores noturnos, até os pubs que ficam abertos o dia inteiro até de noite.

Ah, e mesmo se um pub estiver aberto, não significa que estejam com sua cozinha funcionando. O melhor é simplesmente perguntar:

– Hello, are you serving food at the moment?
– Olá, vocês estão servindo comida no momento?

Independente da hora que o pub fechar, isso será anunciado com o tocar de um sino com proprietário falando:

– Last orders!
– Últimos pedidos!

 

Está viajando com crianças e animais de estimação?

No problem, você pode levar as crianças ao pub, desde que óóóóóbvio, você não sirva bebida alcoólica para elas, né? Não há lei que proíba a permanência de crianças com seus pais ou responsáveis num pub que sirva comida. Legal, pois tem refrigerante lá também :D

Ah, e quanto a animais de estimação, cabe ao proprietário estabelecer suas próprias regras. Normalmente se o pub tem seu próprio cachorro ou gato, o seu também será bem-vindo!

É isso! Agora você poder entrar num Pub sem medo!

 

 

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Cheers!!!!

Mustn’t e Don’t Have to

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Embora MUST e HAVE TO sejam bem parecidos na afirmação, quando os colocamos na negação, eles ficam bem diferentes entre si! Saca só!

Usamos o Mustn’t para falar sobre coisas que não podem acontecer ou que não queremos que aconteçam. É praticamente a expressão de alguma proibição:

 

– You mustn’t play with the dog while he’s eating. He may bite your hand!
– Você não pode brincar com o cachorro enquanto ele estiver comendo. Ele pode morder sua mão!

 

– You mustn’t come to the dinner unaccompanied! It’s a couples’ dance!
– Você não pode vir ao jantar desacompanhado! É um baile de casais!

 

– You mustn’t offer me more pizza. I’m about to explode!
– Você está proibido de me oferecer mais pizza. Estou prestes a explodir!

 

Agora, o Don’t Have to é usado para coisas que não são obrigatórias. Podendo ser substituído ou compreendido como um “don’t need to”:

 

– You don’t have to come tomorrow. It’s holiday and only the production department is working.
– Você não tem que vir amanhã. É feriado e apenas a produção vai estar trabalhando.

 

– You don’t have to buy a book a week to be part of the book club.
– Você não precisa comprar um livro por semana pra participar do clube de leitura.

 

– He doesn’t have to organize the shelves today. He can do it next Monday.
– Ele não tem que organizar as prateleiras hoje. Ele pode fazer isso segunda que vem.

 

 

Sacou? Simples assim! Um proíbe, e o outro desobriga!

 

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Fale inglês formalmente e informalmente

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Hello, everybody!

Muitas vezes não sabemos o que dizer em várias situações na nossa vida. Em outro idioma então, nossa! É um deusnosacuda! Por isso que resolvi fazer um post onde eu mostro duas maneiras de falar para cada situação específica, sendo uma formal e outra mais informal, usando gírias. Vamos a elas?

 

1 – Situação: um amigo vem até o seu escritório. Você o convida para se sentar

Formal – Please seat yourself here and rest your weary feet (por favor, sente-se aqui e descanse seus pés)
Informal – Park yourself down and take a load off! (estacione aqui e tire um pouco do peso)

 

2 – Situação: seu time perdeu

Formal – It was discouraging (foi desanimador)
Informal – It was a real downer! (foi um verdadeiro infortúnio)

 

3 – Situação: sua empresa paga muito mal

Formal – The salary is of an insufficient amount (O salário é de uma quantia insuficiente)
Informal – They pay peanuts (eles pagam uma mixaria)

 

4 – Situação: você quer felicitar um amigo por uma conquista profissional

Formal – I wish to offer you my sincerest congratulations on your recent success (quero lhe desejar meus sinceros parabéns pelo seu recente sucesso)
Informal – Good job! (ótimo trabalho!)

 

5 – Situação: há uma briga na rua e o seu amigo parece querer se meter

Formal – Refrain from intervening (não intervenha)
Informal – Keep out of it (fique fora disso)

 

6 – Situação: a copiadora do escritório está com defeito

Formal – The photocopier is mal-functioning again (a copiadora está com mau-funcionamento de novo)
Informal – The photocopier is on the blink again (deu pau na copiadora de novo)

 

7 – Situação: alguém está lhe incomodando

Formal – Stop disturbing me (pare de me perturbar)
Informal – Stop razzing me (pare de me encher o saco)

 

8 – Situação: você pagou bem por um equipamento eletrônico que é uma porcaria

Formal – It was a fraudulent sale (foi uma velnda fraudulenta)
Informal – It was a rip off (foi um roubo)

 

9 – Situação: alguma pessoa é muito engraçada

Formal – He is of an amusing nature (ele é naturalmente divertido)
Informal – He’s a riot (ele é um sarro)

 

10 – Situação: um amigo não muda nunca de assunto

Formal – Please cease from focusing on that story (por favor, pare de se focar nessa história)
Informal – Give it a rest (dá um tempo)

 

Era isso! Dez ideais para você usar em suas conversações!

See you next time!

 

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Say, talk, speak & tell

say-what-you-want-bro-

 

Você se confunde com esses verbos? Prepare-se para ser desconfundido!

To say = dizer

Quando se usa? Quando você realmente quer dizer alguma coisa. Por ex:

Eu quero dizer uma coisa, mas não sei o que! = I want to saysomething, but I don’t know what!

E se você quiser contar algo a alguém usando o verbo to sayutilize a preposição to:

Quero dizer para você que terminei o projeto = I want to say toyou that I’ve finished the project.

To talk = conversar

Não tem mistério, é apenas o bom e velho verbo conversar e que também trabalha com a preposição to:

Eu quero conversar com ela sobre o acidente = I want to talk toher about the accident.

To speak = falar

Geralmente também pode-se usar o verbo to talk em muitas aplicações semelhantes. Apenas você vai trabalhar com a preposição with ao invés de to.

Eu gostaria de falar com você sobre a festa de aniversário. =  I’d like to speak with you about the birthday party.

Quando você quiser dizer que fala alguma língua use to speak:

Eu quero dizer que eu falo inglês = I want to say that I speakEnglish.

To tell = contar

Evidentemente que não se trata de contar números. Aqui o verbo se refere a contar, relatar a alguém alguma coisa. Ah sim, e não temos nenhuma preposição:

Eu preciso te contar sobre o que aconteceu na noite passada!  = I need to tell you what happened last night!

Descomplicou?

See you next time!

 

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Qual a melhor idade pro seu filho começar no inglês?

 

kids

Quando você deve colocar seu filho para estudar inglês? De acordo com alguns professores, quando começar a engatinhar.

É sabido que em muitos países na Europa as crianças são alfabetizadas em 2 ou 3 línguas. E isso nunca significou confusão alguma, muito pelo contrário. A criança tem uma facilidade muito grande de assimilar esse tipo de informação.

Segundo estudos, o cérebro de uma criança até os quatro anos de idade é uma estante vazia, e uma verdadeira esponjinha. A partir do nascimento é como se volumes de livros começassem a ser acomodados na estante (mas imagine uma estante muuuito grande), apenas de forma desorganizada. O motivo é que nessa faixa etária a criança ainda não tem a memória de longa duração, o que permite com que ela guarde as informações que recebe. Somente dos quatro aos seis anos que ela começará a “organizar os livros na sua estante.

Durante aquele período antes dos 4 anos, a criança consegue aprender algumas palavras em inglês, apenas não conseguirá se lembrar mais tarde. Por essa razão, o ensino nessa fase deverá ser mais leve e sem muita carga, pois acaba por ser absolutamente contraproducente.

Até os seis anos de idade a criança vai receber o aprendizado de mais línguas simultaneamente como se elas fossem uma massa só. Por isso que ela conseguirá facilmente aprender uma média de três idiomas ao mesmo tempo sem dificuldade.

Após os seis anos de idade, toda aquela informação começará a ser separada cada uma na sua estrutura, naturalmente.

O adulto tem um processo diferente para aprender um segundo idioma porque ele já tem uma referência de língua-materna, ou seja, a segunda língua a ser aprendida vai sempre precisar de uma referência da língua-materna para cada novo vocábulo e expressão a serem aprendidos.

Em Porto Alegre – e creio que na maior parte das grandes cidades do Brasil – já tem professores que apostam nessa fase para iniciar o aprendizado. Um aluno, cujo filho de um ano e meio de idade já está na aula de inglês (sim, UM ANO E MEIO) disse ter ficado assustado ao ver o filho pegar a cartolina amarela ao ouvir a professora dizer “yellow”.

Portanto, meus queridos! Sem medo de colocar os pimpolhos para aprenderem inglês desde cedo! Não tem problema nenhum!

See you next time!

 

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